quinta-feira, 28 de março de 2013

Ruídos no ambiente corporativo – mantenha distância


Muitas pessoas possuem o mau hábito de inventar, comentar e espalhar rumores sobre outras pessoas. Tal comportamento pode ser nocivo, principalmente quando adotado no ambiente corporativo.

O ruído não deixa de ser um canal de comunicação informal entre os colaboradores, contudo, na maioria das vezes, acarreta muitos danos já que o conteúdo é sempre negativo. E isto é um perigo para o desenvolvimento de sua carreira profissional, para a convivência no ambiente de trabalho e entre as equipes, e a consequência pode ser pior ainda para os negócios, se a empresa ignorar seus efeitos.

O profissional que se envolve nesses assuntos, corre o grave risco de ter sua imagem manchada e, isso pode estender-se a sua vida pessoal também. O ambiente de trabalho deve ser sadio para que ocorra um bom desenvolvimento das ações, e de modo geral, os ruídos são prejudiciais até mesmo às pessoas que os transmitem.

Fofocas x Problemas de relacionamento
Em uma pesquisa realizada pela rede de contatos profissionais LinkedIn, cerca de 17 mil usuários de 16 países responderam a pergunta: “O que mais te irrita no escritório?”. Entre os brasileiros, 83% dos entrevistados mencionaram a fofoca em excesso, e a média geral, entre todos os entrevistados, foi de 62%.

A melhor maneira de evitar esses ruídos é falar menos e ouvir mais. De acordo com especialistas, em casos de difamações graves, a comissão de ética da empresa deverá ser acionada para que deste modo os profissionais envolvidos sejam devidamente responsabilizados.

Os boatos diminuem a produtividade dos colaboradores e comprometem significativamente a qualidade da convivência. Isso acontece porque a fofoca se prolifera de forma rápida, provoca insegurança nos profissionais, e sempre é acrescida de informações não checadas, que geralmente não correspondem à realidade. Assim, em poucos minutos, ela pode causar um estrago gigantesco.

Sabendo dos danos que os ruídos podem causar, trouxemos 7 dicas poderosas que poderão ser usadas para evitar que situações conflituosas sejam geradas e com isso, melhorar o clima organizacional.

1- Evite repassar o boato: Quando chegar até você algum boato, evite repassá-lo. Reflita se essa conversa agrega alguma coisa e como você se sentiria se isso fosse dito sobre você.

2- Fale bem dos outros: Crie o hábito de focar nos aspectos positivos das pessoas, sem com isso parecer “bajulador”.

3- Seja discreto: Não faça comentários sobre a vida pessoal de terceiros. Respeite o espaço de cada um.

4- Ocupe seu tempo: Sempre há o que fazer na empresa. Coloque o serviço em dia ou use seu tempo para seu desenvolvimento.

5- Se esquive da fofoca: Se no momento de convivência surgir algum comentário inconveniente, a melhor atitude é sair discretamente e evitar alimentar o assunto.

6- Respeite a empresa: É comum ouvir pessoas insatisfeitas reclamarem da organização. Nesse caso, seja ético e recuse a continuar o assunto. Caso haja algum problema que o deixe insatisfeito, converse com seu gestor e tente chegar á um acordo.

7- Lidere com sabedoria: Se você é o gestor deverá ser o exemplo para seus colaboradores. Fuja de ruídos e boatos. Se estiver acontecendo entre sua equipe, procure resolver o problema através de uma conversa discreta e individual.

Seguindo nossas dicas e usando da ética o ambiente corporativo será muito mais agradável.

Grande Abraço

Att.

Elizabete Pereira Gonçalves 
Luz Coaching - Desenvolvimento Humano e 
Instituto Brasileiro de Coaching

quarta-feira, 20 de março de 2013

EMPRÉSTIMOS

Cuidados ao tomar um empréstimo
Com os juros da economia em níveis tão altos quanto os que observamos hoje, fazer uso de empréstimos pessoais e financiamentos acaba sendo uma péssima prática para a saúde financeira de qualquer leitora. A palavra de ordem hoje é investir.
Porém, ao mesmo tempo em que observamos taxas de juros para investimentos tão interessantes, sofremos uma forte pressão no orçamento doméstico decorrente do constante aumento de preços, enquanto nossos ganhos mantêm-se estáveis. A conseqüência disso é que muitas leitores, sem conseguir reduzir seus gastos no mesmo ritmo em que os preços sobem, acabam tendo que recorrer a empréstimos. Nessas horas, é preciso planejar bem o compromisso que será assumido, para que o problema de hoje não se torne um tormento amanhã.

Veja como funciona cada modalidade de empréstimo:

Pedir emsprestado a um parente ou amigo: muitas pessoas vêem este tipo de empréstimo como o ideal, uma vez que se pode valer do relacionamento para deixar de pagar juros. Cuidado! Se você não quer destruir um bom relacionamento, leve em consideração que a pessoa que lhe emprestar o dinheiro poderia estar obtendo juros no banco. Por isso, é sensato negociar o empréstimo pagando os juros que essa pessoa conseguiria em uma aplicação comum – que hoje não chegam a 2% ao mês. Esta seria a alternativa mais barata para se conseguir um empréstimo, porém não se devem esquecer os custos emocionais desta prática. Pedir um empréstimo a um amigo é uma situação tão constrangedora para quem pede quanto para quem recebe o pedido. Por isso, muitas vezes deverá partir de você a proposta de pagar juros e de assinar uma nota promissória (que nada mais é do que uma promessa de pagamento por escrito), preservando a confiança mútua e o relacionamento. Cuidado nesta hora também, pois a promissória não é interessante para quem deve, é uma confissão de dívida e pode ser usada contra você em uma eventual quebra de amizade. Evite propor prazos para quitar o empréstimo, pois geralmente somos demasiadamente otimistas ao planejar nosso futuro. Se seu amigo esperar o dinheiro dele de volta no próximo mês e não receber, sua credibilidade será abalada e a amizade deixará de ser a mesma.

Penhor de bens: uma alternativa aos parentes e amigos é o penhor, em que você pode entregar ao banco bens de valor – obras de arte, jóias ou outro bem de valor mensurável – como garantia de um empréstimo que lhe é feito. Como o risco de o banco não receber o dinheiro de volta é pequeno, pelo fato dele ter os bens para vender, os juros são bem mais baixos que em outras modalidades. Esta prática deve ser feita somente quando a situação de falta de recursos é provisória e há plena certeza de que algum recurso extra está para surgir e pagar a dívida. A razão para este cuidado é que o banco sempre avaliará o bem a um preço bem abaixo do de mercado, sem contar que ele não levará em conta o valor emocional. Uma jóia herdada dos avós, por exemplo, é avaliada por seu peso em metal precioso, não levando em conta nem o trabalho artístico.

Empréstimo com o banco: disponível a qualquer pessoa que tenha conta em banco, o empréstimo é a forma mais barata de se conseguir recursos sem comprometer amizades e bens de família. Basta procurar um gerente do banco e solicitar uma quantia, verificando o plano de pagamento. Porém os juros não são baixos, e por isso deve-se fazer uma boa pesquisa de taxas em diversos bancos antes de contrair o empréstimo. Não tenha a ilusão de que você conseguirá as melhores taxas no banco em que você tem conta por ter um bom relacionamento. Pesquise! O procedimento para se conseguir um empréstimo pessoal não é complicado, mas alguns bancos poderão restringir seu crédito se você estiver com o nome sujo na praça – em razão de um cheque devolvido, por exemplo.

Cheque especial: não é a forma mais barata, mas é a forma mais simples de se conseguir um empréstimo, pois não é preciso sequer contatar o gerente. Porém, deve ser terminantemente evitada, já que os juros praticados são muito mais altos que os do empréstimo pessoal – e todo cliente que tem um limite no cheque especial deverá ter no mínimo o mesmo limite para empréstimos pessoais. O limite do cheque especial só deve ser usado por um ou dois dias, quando acontece algum imprevisto (atraso no recebimento ou antecipação no depósito de cheques pré-datados, por exemplo).

Uso do crédito rotativo do cartão de crédito: é uma prática tão ruim quanto o uso do cheque especial, e por isso deve ser riscada de qualquer lista de alternativas. Na fatura do cartão, há um sugestivo valor mínimo a ser pago, possibilitando ao usuário do cartão o pagamento futuro do restante. Não caia nesta armadilha! Os juros são em geral iguais ou maiores que os do cheque especial, o que traria um desgaste e uma perda de dinheiro muito grandes nos meses seguintes. Pague sempre o valor total de seu cartão na data do vencimento; se não houver saldo na conta, contate seu gerente e peça um empréstimo pessoal.

Financeiras: emprestam dinheiro sem muita burocracia e a juros similares aos do cheque especial e do cartão de crédito. Em geral, atendem a clientes desesperados, que precisam de dinheiro urgentemente para quitar um penhor ou para não perder um bem importante que havia sido financiado. Como trabalham com os juros mais altos da economia, tendem a conduzir o devedor ao total descontrole da dívida, sujando seu nome nos sistemas de proteção ao crédito. Também devem ser evitadas como alternativa ao endividamento.

Agiota: é qualquer pessoa que dispõe de recursos financeiros e faz uso desses recursos para emprestar a terceiros. Quando pedimos emprestado a amigos e parentes, a agiotagem não se caracteriza porque há o vínculo do relacionamento. O agiota profissional é aquele que exerce de forma ilícita atividade similar à de um banco ou de uma financeira, porém sem fiscalização e sem pagar impostos. Cobra juros extorsivos e, em geral, exige como garantia de seus devedores a transferência de bens como automóveis e imóveis. Por não ser uma atividade regulamentada, não se preocupa em agir dentro dos limites da lei na hora de cobrar uma dívida, podendo se tornar um grande risco à estabilidade pessoal e familiar do devedor. Não apenas deve ser evitado como deve ser denunciado.

Substituição de dívidas
: ao precisar de dinheiro, uma alternativa interessante pode ser a venda de um bem para obtenção de recursos imediatos. Por exemplo, se você tiver uma dívida de R$ 15 mil e possuir na garagem um veículo já quitado com valor igual ou superior, pode vender seu automóvel e comprar um outro financiado. Esta prática não elimina a dívida, mas garante o pagamento de juros bem menores do que aqueles que você pagaria no empréstimo pessoal – hoje os juros de um financiamento de automóveis não chegam a passar muito dos 2% ao mês. Mas note que esta não deve ser uma prática a ser incentivada, uma vez que se está perdendo um bom valor em juros. Deve ser considerada apenas como uma alternativa ao empréstimo, quando este se faz essencial.

Empréstimo específico para casa própria, carro, cirurgia plástica e outros: a aquisição de empréstimos para bens e serviços cuja aquisição pode ser adiada é uma prática que deve ser evitada. Com juros altos, é muito melhor poupar para pagar à vista um pouco mais adiante do que desfrutar hoje e pagar muito mais caro no futuro, comprometendo boa parte de nossa renda com juros. Do ponto de vista financeiro, é muito mais barato e seguro alugar um imóvel enquanto se constrói uma poupança para adquirir um imóvel à vista no futuro (basta ter disciplina para fazer a poupança). Ao comprar um carro, é possível obter ótimos descontos pagando à vista. Quanto à cirurgia plástica, é muito mais saudável esperar um pouquinho e pagar à vista, pois é provável que as rugas que surgirão com a preocupação de uma dívida desnecessária exijam nova cirurgia em pouco tempo.
Estas informações serão bastante úteis na hora de escolher o tipo de empréstimo mais adequado a cada leitor. Porém, a dica mais importante é esta: procure quitar suas dívidas o quanto antes, para que você gaste menos dinheiro com juros. Se tiver várias dívidas, comece eliminando primeiro as mais caras, ou substituindo-as por mais baratas.

Fonte: www. maisdinheiro.com.br

Att.

Elizabete Pereira Gonçalves

quarta-feira, 13 de março de 2013

A importância do líder na motivação dos colaboradores







É indiscutível que uma equipe é reflexo da gestão de seu líder. E uma boa liderança, além de trazer os resultados, deve colaborar com o desenvolvimento e evolução de seus liderados. Com certeza, liderar não é uma tarefa fácil, pelo contrário, é um trabalho árduo, minucioso e que requer visão.

E uma das mais importantes funções do líder é motivar diariamente sua equipe. Um colaborador sem motivação pessoal ou profissional não tem comprometimento ou interesse com os objetivos traçados, gerencia seu tempo de forma inadequada e tudo isso resulta em uma baixa produtividade.

Portanto, o líder deve estar sempre preparado para motivar. Veja algumas dicas para motivar seu colaborador:

Mantenha bons relacionamentos: uma pesquisa realizada em 2011 e no ano passado revelou que ter um bom relacionamento interpessoal com colegas de trabalho e com superiores está no topo de itens que mais influenciam positivamente a motivação dos colaboradores.

Atenção individualizada: cada membro da equipe tem habilidades e talentos individuais. Do mesmo modo, possui suas próprias expectativas e desejos pessoais e profissionais. Sendo assim, todos devem ser tratados de forma individual pelo líder, e este deve buscar alinhar os anseios do colaborador com os objetivos da empresa.

Delegue: a atitude de transferir autoridade aos colaboradores faz com que sintam-se parte do projeto e fiquem mais engajados. Lembre-se que delegar não é transferir responsabilidade, na verdade é transferir autoridade a uma pessoa apta técnica e emocionalmente para a demanda.

Dê feedback: esta é uma maneira do líder reconhecer um trabalho bem feito, evidenciar as qualidades do liderado, como também um modo assertivo de corrigir falhas técnicas e de comportamento, através de sua instrução.Sempre que possível faça um elogio em público, e caso não seja, chame o colaborador para receber o feedback reservadamente.

O Coaching melhora a liderança e a capacidade de levar a equipe aos bons resultados. Um líder Coach sabe motivar diariamente, planejar as metas, delegar, acompanhar e conduzir tarefas; compartilha seus conhecimentos, desenvolve seus profissionais e mostrar o quão cada colaborador é importante para o alcance dos resultados.

Grande abraço e muita LUZ!!

Att. 

Elizabete Pereira Gonçalves
Coach Profissional  

(Fonte: Instituto Brasileiro de Coaching)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Mulher: líder por natureza





Hoje - Dia Internacional da Mulher . E, não há como ficar indiferente a essa data, ainda mais, por tudo que ela representa. Anita Garibaldi, Joana d’Arc, Madre Teresa de Calcutá, Leila Diniz e Simone de Beauvoir são apenas alguns nomes que dão uma pequena noção da importância da mulher na sociedade.

Todas elas são tidas como ícones da história. Seja no campo das artes ou envolvidas em causas políticas e sociais. Lutando contra preconceitos e discriminações, elas provaram à sociedade de suas épocas que, assim como os homens, elas tinham sim capacidade para ir além da reclusão à vida doméstica a que eram impostas, e que mereciam ser reconhecidas e respeitadas como todo ser humano.

Seu segredo, uma habilidade em comum: a liderança. Todas possuíam a habilidade, aplicada de forma diferente, é verdade. Afinal, pertenciam a realidades distintas. Mas fica claro como a liderança parece ser um dom natural do sexo feminino.

Por exemplo, em nossas relações interpessoais, é evidente o peso que a opinião da mulher exerce na tomada de decisões importantes.
Um estudo divulgado pelo Journal of Applied Psychology aponta que cada vez mais, as mulheres ocupam altos cargos no mercado de trabalho. De acordo com a pesquisa, realizada pela Universidade de Duke (EUA), as que ocupam cargos executivos são vistas como melhores líderes do que os homens.
A pesquisa também concluiu que as mulheres são mais eficientes para assumir cargos de liderança. Além disso, elas também sabem conduzir melhor os relacionamentos profissionais do que os homens.
Os dados mostram que a conquista da mulher por seu espaço no mercado de trabalho deve ser enaltecida. Por méritos próprios, elas desfilam sua competência, charme e liderança no meio corporativo.

Grande abraço e parabéns a todas as mulheres pelas suas inúmeras conquistas!

Att.
Elizabete Pereira Gonçalves

(Texto: IBC)