terça-feira, 28 de maio de 2013

Como enfrentamos os conflitos?


Cada pessoa reage de forma diferente diante dos conflitos; há pessoas mais preparadas e outras nem tanto.

O autoconhecimento é uma boa estratégia para poder lidar com as diferenças que o mundo apresenta. Algumas pessoas são preparadas emocionalmente para enfrentar um conflito pessoal, social, e muitas não.

Os seres humanos às vezes demoram a vida inteira para perceber que a vida é uma transformação. O dia a dia nos consome de tal forma que deixamos a vida passar.

As mudanças começam pelo nosso interior, tudo começa com uma transformação interna, em que a palavra de ordem é se redescobrir, enquanto seres humanos reconhecem o seu interior.

MUDE SEUS PENSAMENTOS E VOCÊ MUDARÁ SEU MUNDO 
                                                                        (Normam Vicent Peale)

Quantas vezes deixamos de fazer o que queremos em função de algo externo o com o passar do tempo nos distanciamos de nós mesmos. Pessoas que buscam agradar as outras fazem pelas outras, vivem para as outras, cada vez mais se distanciam de si mesmas e, num determinado momento, o vazio acontece, os conflitos internos também, fazendo com que a vida não tenha mais sentido e por mais que se dedique às outras, nunca terá de volta essa dedicação. 

Todo o processo de transformação que proporcionar a si próprio não será em vão, enfrentá-lo trará para você outra forma de ver o universo e, no mínimo, o que está ao seu redor. Você deve buscar novos sabores no que faz, na sua vida dê a possibilidade de que o desejo possa acontecer; temos tudo, sabemos muito, mas ainda é pouco, não vivemos como queremos.

Pense um pouco:
- Quantos sentimentos, emoções e vontades foram abafados, escondidos pelo corre-corre do dia a dia, ou até mesmo para não provocar conflitos com quem está ao nosso lado?

- Quanto sentimentos deixou de lado pela loucura que vivemos?

- Quantas vezes deixou de chorar quando era isso que queria?

- Quantas vezes deixou de dar uma palavra amiga para uma pessoa que necessitava naquele momento?

Estava escutando um texto interpretado por Fernanda Montenegro em que ela relata que estamos acostumados com coisas que a sociedade no dá, no cobra, e deixamos de lado o que queremos, mas está tudo dentro de nós mesmos, escondido, perdendo a possibilidade de da expressão de sentimentos, afastando a possibilidade de ser efetivamente feliz.

Não somos robôs, porém agimos como tal, deixando de desfrutar os bons e maus momentos.

Pense nisso... e na próxima, compartilho com você o texto lindíssimo da Fernanda.

Paz e Luz!!

Grande Abraço

Elizabete P.S.Gonçalves
Administradora de Empresas
Professional And Self Coach/Behavioral Analyst
Business/Executive Coach
38 3531 9077 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Casal que briga por qualquer coisa costuma ter Frustrações escondidas


Se os confrontos viraram rotina, é sinal de que os parceiros guardam alguma carência, seja na área sexual ou na efetiva, seja na da realização pessoal ou em qualquer outra. Muitas vezes, nem sabem disso. Descontam no outro sem perceber de onde vem o descontentamento. Só há um jeito de melhorar a situação:conversa e conversa. Até encontrar e desatar os nós da relação.
    Alguns casais adoram brigar. Nem precisam de motivo. Fazem desse o seu modo de conviver, de se amar. Um modo muito ruim, convenhamos.

      Tudo vira confronto. Se o marido chega em casa com bombons para a mulher, ela logo reage: “Você não sabe que eu estou de regime? Quer que eu fique gorda?”  Ele tenta explicar: “ Só queria te agradar,fazer um carinho”. Ela não baixa a guarda: “Se quer fazer um carinho, então me ajude com as crianças, em vez de trazer um presente que só serve para me angustiar”. Pronto, está formada a confusão. Ele se afasta, vai ver televisão, ler jornal. Ela ofendida, reclama que ele se recusa a conversar. O que era pra ser um momento de alegria vira um pesadelo.

      Às vezes eles brigam só para marcar posição: discordam sobre algo e começam a discutir para ver quem tem razão; nenhum é capaz de ceder, ambos preferem bater o pé até o fim a admitir a razão do outro.

      Em festas, o casal beligerante bate-boca por ciúme ou, quando um começa a contar uma viagem, ou programa que fizeram juntos, o outro imediatamente começa a lembrar como o parceiro estava chato, não queria fazer comprar, dormia muito etc. humilhando-o, numa espécie de bullying .Mesmo que não haja gritos, a animosidade é visível e acaba estragando a festa. O casal passa então a não ser mais convidado, afastando-se dos amigos.

       Os filhos também fogem. Refugiam-se no quarto, deixam de comer com os pais. Sabem que qualquer faísca pode virar um incêndio.

      Quando as brigas acontecem por motivos fúteis, frequentemente existe algo maior reprimindo, que não é falado, não é resolvido, mas faz com que a agressividade ou frustração apareça. O conteúdo guardado (falta de realização, de sexo, de dinheiro, de carinho, de autoestima) é jogado sobre quem está mais perto, o parceiro, que se transforma, numa lata de lixo de emoções reprimidas.

Nesses casos, uma boa conversa pode evitar os confrontos. Para que ela se realize, porém é preciso que o casal reconheça que briga demais e queira descobrir o que provoca tal comportamento. Nessa conversa, cada um deve expor suas insatisfações e carências, sem agressão. Se isso não resolver, vale a pena procurar uma terapia de casal, ou COACHING DE RELACIONAMENTO. Casais que relutam em procurar um profissional, podem tentar realizar sozinhos, saindo uma vez por semana para jantar fora ou fazer qualquer outro programa, aproveitando esses momentos para perguntarem o que, afinal está por trás de suas brigas. 

É importante que se comprometam a não se alterar nessas conversas. Ninguém é responsável por nossas frustrações e infelicidades. Culpar o outro não resolve nada. Temos que nos perguntar “o que está me frustrando?” Não dá para mudar o outro mas dá para mudar a si mesmo.

      Algumas vezes, as brigas são conseqüências da agressividade de um dos dois, que as utilizam para descarregar a tensão. Nesses casos, seria bom consultar um psiquiatra. Ele poderá recomendar medicamentos que controlam a agressividade, completando com uma terapia ou um “Processo de COACHING” para descobrir as causas do comportamento e fazer as mudanças necessárias.

     Enfim, se existe carinho e amizade verdadeira, vale a pena insistir em melhorar a situação do casal briguento, que, no fim, poderá dizer, como nas músicas dos mestres Tom Jobim (1927-1994) e Vinicius de Moraes (1913-1980): “ Bom e mesmo amar em paz/ Brigas nunca mais”.

Fonte: *Leniza Castello Branco
   
Grande Abraço e Muita LUZ !!

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Elizabete P.S.Gonçalves
Administradora de Empresas
Professional And Self Coach/Behavioral Analyst
Business/Executive Coach
Luz Coaching - Desenvolvimento Humano
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