terça-feira, 28 de maio de 2013
Como enfrentamos os conflitos?
Cada pessoa reage de forma diferente diante dos conflitos; há pessoas mais preparadas e outras nem tanto.
O autoconhecimento é uma boa estratégia para poder lidar com as diferenças que o mundo apresenta. Algumas pessoas são preparadas emocionalmente para enfrentar um conflito pessoal, social, e muitas não.
Os seres humanos às vezes demoram a vida inteira para perceber que a vida é uma transformação. O dia a dia nos consome de tal forma que deixamos a vida passar.
As mudanças começam pelo nosso interior, tudo começa com uma transformação interna, em que a palavra de ordem é se redescobrir, enquanto seres humanos reconhecem o seu interior.
MUDE SEUS PENSAMENTOS E VOCÊ MUDARÁ SEU MUNDO
(Normam Vicent Peale)
Quantas vezes deixamos de fazer o que queremos em função de algo externo o com o passar do tempo nos distanciamos de nós mesmos. Pessoas que buscam agradar as outras fazem pelas outras, vivem para as outras, cada vez mais se distanciam de si mesmas e, num determinado momento, o vazio acontece, os conflitos internos também, fazendo com que a vida não tenha mais sentido e por mais que se dedique às outras, nunca terá de volta essa dedicação.
Todo o processo de transformação que proporcionar a si próprio não será em vão, enfrentá-lo trará para você outra forma de ver o universo e, no mínimo, o que está ao seu redor. Você deve buscar novos sabores no que faz, na sua vida dê a possibilidade de que o desejo possa acontecer; temos tudo, sabemos muito, mas ainda é pouco, não vivemos como queremos.
Pense um pouco:
- Quantos sentimentos, emoções e vontades foram abafados, escondidos pelo corre-corre do dia a dia, ou até mesmo para não provocar conflitos com quem está ao nosso lado?
- Quanto sentimentos deixou de lado pela loucura que vivemos?
- Quantas vezes deixou de chorar quando era isso que queria?
- Quantas vezes deixou de dar uma palavra amiga para uma pessoa que necessitava naquele momento?
Estava escutando um texto interpretado por Fernanda Montenegro em que ela relata que estamos acostumados com coisas que a sociedade no dá, no cobra, e deixamos de lado o que queremos, mas está tudo dentro de nós mesmos, escondido, perdendo a possibilidade de da expressão de sentimentos, afastando a possibilidade de ser efetivamente feliz.
Não somos robôs, porém agimos como tal, deixando de desfrutar os bons e maus momentos.
Pense nisso... e na próxima, compartilho com você o texto lindíssimo da Fernanda.
Paz e Luz!!
Grande Abraço
Elizabete P.S.Gonçalves
Administradora de Empresas
Professional And Self Coach/Behavioral Analyst
Business/Executive Coach38 3531 9077
terça-feira, 21 de maio de 2013
Casal que briga por qualquer coisa costuma ter Frustrações escondidas
Se os confrontos viraram rotina, é sinal de que os parceiros guardam
alguma carência, seja na área sexual ou na efetiva, seja na da realização
pessoal ou em qualquer outra. Muitas vezes, nem sabem disso. Descontam no outro
sem perceber de onde vem o descontentamento. Só há um jeito de melhorar a
situação:conversa e conversa. Até encontrar e desatar os nós da relação.

Alguns
casais adoram brigar. Nem precisam de motivo. Fazem desse o seu modo de
conviver, de se amar. Um modo muito ruim, convenhamos.
Tudo vira confronto. Se o marido chega em
casa com bombons para a mulher, ela logo reage: “Você não sabe que eu estou de regime? Quer que eu fique gorda?” Ele tenta explicar: “ Só queria te agradar,fazer um carinho”. Ela não baixa a guarda: “Se quer fazer um carinho, então me ajude
com as crianças, em vez de trazer um presente que só serve para me angustiar”. Pronto,
está formada a confusão. Ele se afasta, vai ver televisão, ler jornal. Ela
ofendida, reclama que ele se recusa a conversar. O que era pra ser um momento
de alegria vira um pesadelo.
Às
vezes eles brigam só para marcar posição: discordam sobre algo e começam a
discutir para ver quem tem razão; nenhum é capaz de ceder, ambos preferem bater
o pé até o fim a admitir a razão do outro.
Em festas, o casal beligerante bate-boca
por ciúme ou, quando um começa a contar uma viagem, ou programa que fizeram
juntos, o outro imediatamente começa a lembrar como o parceiro estava chato,
não queria fazer comprar, dormia muito etc. humilhando-o, numa espécie de bullying .Mesmo que não haja gritos, a
animosidade é visível e acaba estragando a festa. O casal passa então a não ser
mais convidado, afastando-se dos amigos.
Os
filhos também fogem. Refugiam-se no
quarto, deixam de comer com os pais. Sabem que qualquer faísca pode virar um
incêndio.
Quando as brigas acontecem por motivos
fúteis, frequentemente existe algo maior reprimindo, que não é falado, não é
resolvido, mas faz com que a agressividade ou frustração apareça. O conteúdo
guardado (falta de realização, de sexo, de dinheiro, de carinho, de autoestima)
é jogado sobre quem está mais perto, o parceiro, que se transforma, numa lata
de lixo de emoções reprimidas.
Nesses casos, uma boa conversa
pode evitar os confrontos. Para que ela se realize, porém é preciso que o casal
reconheça que briga demais e queira descobrir o que provoca tal comportamento.
Nessa conversa, cada um deve expor suas insatisfações e carências, sem
agressão. Se isso não resolver, vale a pena procurar uma terapia de casal, ou
COACHING DE RELACIONAMENTO. Casais que relutam em procurar um profissional,
podem tentar realizar sozinhos, saindo uma vez por semana para jantar fora ou
fazer qualquer outro programa, aproveitando esses momentos para perguntarem o
que, afinal está por trás de suas brigas.
É importante que se comprometam a não
se alterar nessas conversas. Ninguém é responsável por nossas frustrações e
infelicidades. Culpar o outro não resolve nada. Temos que nos perguntar “o que está me frustrando?” Não dá para
mudar o outro mas dá para mudar a si mesmo.
Algumas vezes, as brigas são
conseqüências da agressividade de um dos dois, que as utilizam para descarregar
a tensão. Nesses casos, seria bom consultar um psiquiatra. Ele poderá
recomendar medicamentos que controlam a agressividade, completando com uma
terapia ou um “Processo de COACHING” para descobrir as causas do comportamento
e fazer as mudanças necessárias.
Enfim, se existe carinho e amizade
verdadeira, vale a pena insistir em melhorar a situação do casal briguento,
que, no fim, poderá dizer, como nas músicas dos mestres Tom Jobim (1927-1994) e Vinicius
de Moraes (1913-1980): “ Bom e mesmo amar em paz/ Brigas nunca mais”.
Fonte: *Leniza Castello Branco
Grande Abraço e Muita LUZ !!
--
Elizabete P.S.Gonçalves
Administradora de Empresas
Professional And Self Coach/Behavioral Analyst
Business/Executive Coach
Luz Coaching - Desenvolvimento Humano
Elizabete P.S.Gonçalves
Administradora de Empresas
Professional And Self Coach/Behavioral Analyst
Business/Executive Coach
Luz Coaching - Desenvolvimento Humano
38 3531 9077 / 38 8828 6691
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Quando dinheiro não é tudo na vida do profissional
Gestores devem estar atentos à questão do salário emocional para manter suas equipes motivadas

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/emprego/quando-dinheiro-nao-tudo-na-vida-do-profissional-8093400#ixzz2QGucSFz8
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Att.
Elizabete Pereira Dos Santos Gonçalves
Coach Profissional

RIO - A satisfação no mundo corporativo, mais do que nunca, está hoje diretamente ligada a um bom ambiente de trabalho e às perspectivas de crescimento, e não necessariamente à alta remuneração. Cada vez mais profissionais, inclusive os da Geração Y, valorizam o chamado salário emocional, conjunto de fatores que fazem as pessoas desejarem permanecer na empresa, explica a coach e diretora da Pro-Fit, Eliana Dutra.
Mas que fatores são esses? O salário emocional pode ser representado, segundo Ylana Miller, sócia-diretora da Yluminarh e professora do Ibmec, pelo somatório de estilo de liderança, ambiente de trabalho e oportunidades de desenvolvimento de carreira.
Líder tem influência direta na qualidade do salário emocional
O salário emocional, dizem especialistas, sofre influência direta do papel que o líder desempenha junto à equipe e está intimamente ligado ao desenvolvimento, à oportunidade de aprendizado e ao progresso na carreira:
— Pesquisas já apontam, há mais de três décadas, que as pessoas não trocam de emprego e, sim, de chefe. Como a maioria dos presidentes e executivos das empresas foca apenas nos resultados, não entende a importância desse salário emocional para os seus funcionários — diz Eliana, acrescentando que a natureza da atividade desenvolvida, o sentimento de que sua contribuição faz diferença para a organização e as perspectivas de desenvolvimento aparecem nos primeiros lugares, antes mesmo de remuneração, na lista de critérios dos profissionais para não mudar de emprego.
Segundo a coach, as consequências do comportamento do líder que só olha para os resultados é a ocorrência de assédio moral e desestímulo de seus colaboradores:
— A humilhação tem um efeito cascata, pois é passada do presidente para os seus diretores, desses para seus colaboradores, e assim por diante. É necessário preparação dos líderes para que possam perceber a real importância do salário emocional e como este pode auxiliá-lo a obter os melhores resultados de sua equipe.
Para tornar o salário emocional concreto e eficaz, as empresas — e seus gestores — devem investir em ações de retenção, como criar possibilidades reais de progresso, de crescimento pessoal, novos desafios etc:
— Não existe uma fórmula única, e sim um somatório de atitudes — diz Ylana.
Aprendizado deve ser estendido aos gestores
Esse aprendizado, no entanto, não deve estar restrito aos empregados. Para que os líderes possam contribuir efetivamente com suas equipes, diz Eliana, é essencial que estes também passem por programas de gestão, liderança e, principalmente, de coaching:
— Assim, eles poderão desenvolver a habilidade de ouvir seus funcionários e estimulá-los na busca de soluções.
Ylana é da mesma opinião: ela acredita que a liderança pode ser desenvolvida, sim:
— As habilidades do líder resultam de uma combinação de experiências de vida, mas também podem ser aprendidas. Investir na capacitação dos líderes deve ser prioridade na agenda das organizações.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/emprego/quando-dinheiro-nao-tudo-na-vida-do-profissional-8093400#ixzz2QGucSFz8
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
Att.
Elizabete Pereira Dos Santos Gonçalves
Coach Profissional
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Evite o estresse e tenha mais qualidade no trabalho
No dia a dia, somos submetidos a várias situações de estresse. Mas, por
vezes, recebemos uma carga maior que a nossa mente e corpo podem
suportar. Os resultados disso são desequilíbrios psíquicos e orgânicos:
ansiedade contínua, dores e enrijecimento dos músculos – reflexo das
tensões –, dificuldade em manter o foco, irritabilidade – ou
instabilidade emocional –, gastrite e alterações cardiorrespiratórias.
As fontes de estresse são diversas. Eles podem ser previsíveis, por
exemplo, planilhas de custos variáveis com valores altos. Eles podem ser
agudos: quantidade excessiva de reuniões, prazos que não correspondem a
realidade. E também são classificados como crônicos quando há uma
exposição prolongada à situações estressoras.
Às vezes, o estresse é uma reação a ameaças que são capitadas pela
percepção do sujeito à vida cotidiana. Porém, segundo uma pesquisa
realizada pelo Instituto Francês para Controle de Ansiedade e Estresse,
95% das preocupações nunca se tornarão problemas reais.
Pressão x ambiente corporativo
O ambiente corporativo sugere pressão. Você tem duas formas de encarar
isso: como um problema que te levará ao desequilíbrio emocional e
físico ou como um combustível que te levará até ao alcance de suas metas
e te dará a possibilidade de ir além. A grande questão é como você
canaliza as emoções e encara as situações as quais é submetido, pois o
estresse, muitas vezes, é causado pela sua percepção e não pelo evento
em si. O primeiro passo então para controlá-lo é mudar a forma como você
absorve as situações a sua volta, ressignificar a sua compreensão,
mudar a sua forma de pensar.
Além disso, veja algumas dicas rápidas que você pode aplicar em seu dia a dia e diminuir seu nível de estresse:
- Planejamento e metas reais: de acordo com a
International Stress Management Association, 62% dos trabalhadores da:
saúde, finanças, educação, indústria e serviços consideram a falta de
tempo como a principal causadora de estresse. E a desorganização é um
dos principais fatores do desperdício de tempo. Aprenda a planejar e,
obviamente, seguir o planejamento. Também defina metas reais. Objetivos
não alcançáveis causam frustração. Por isso, você deve encontrar o ponto
de equilíbrio.
- Comunicação: mantenha uma comunicação clara com seus
liderados e com seus superiores. Seja assertivo, isso diminuí conflitos
e consequentemente situações estressantes.
- Faça exercícios e atividades relaxantes: a prática
de exercícios físicos libera substâncias em nossos organismos que
combatem o estresse e a ansiedade. Atividades relaxantes, também são
importantes para minimizar o estresse. Ressalto ainda que antes de
iniciar qualquer atividade física é prudente consultar o seu médico.
Tome medidas assertivas, mude sua compreensão diante das situações e se
concentre em problemas reais. Com isso, você não desperdiçará suas
energias e terá mais disposição para realizar seus objetivos pessoais e
profissionais, com sucesso.
José Roberto Marques
Presidente do Instituto Brasileiro de Coaching.
Um abraço
Elizabete Pereira Gonçalves
Coach Profissional
quinta-feira, 28 de março de 2013
Ruídos no ambiente corporativo – mantenha distância
Muitas pessoas possuem o mau hábito de inventar, comentar e espalhar rumores sobre outras pessoas. Tal comportamento pode ser nocivo, principalmente quando adotado no ambiente corporativo.
O ruído não deixa de ser um canal de comunicação informal entre os colaboradores, contudo, na maioria das vezes, acarreta muitos danos já que o conteúdo é sempre negativo. E isto é um perigo para o desenvolvimento de sua carreira profissional, para a convivência no ambiente de trabalho e entre as equipes, e a consequência pode ser pior ainda para os negócios, se a empresa ignorar seus efeitos.
O profissional que se envolve nesses assuntos, corre o grave risco de ter sua imagem manchada e, isso pode estender-se a sua vida pessoal também. O ambiente de trabalho deve ser sadio para que ocorra um bom desenvolvimento das ações, e de modo geral, os ruídos são prejudiciais até mesmo às pessoas que os transmitem.
Fofocas x Problemas de relacionamento
Em uma pesquisa realizada pela rede de contatos profissionais LinkedIn, cerca de 17 mil usuários de 16 países responderam a pergunta: “O que mais te irrita no escritório?”. Entre os brasileiros, 83% dos entrevistados mencionaram a fofoca em excesso, e a média geral, entre todos os entrevistados, foi de 62%.
A melhor maneira de evitar esses ruídos é falar menos e ouvir mais. De acordo com especialistas, em casos de difamações graves, a comissão de ética da empresa deverá ser acionada para que deste modo os profissionais envolvidos sejam devidamente responsabilizados.
Os boatos diminuem a produtividade dos colaboradores e comprometem significativamente a qualidade da convivência. Isso acontece porque a fofoca se prolifera de forma rápida, provoca insegurança nos profissionais, e sempre é acrescida de informações não checadas, que geralmente não correspondem à realidade. Assim, em poucos minutos, ela pode causar um estrago gigantesco.
Sabendo dos danos que os ruídos podem causar, trouxemos 7 dicas poderosas que poderão ser usadas para evitar que situações conflituosas sejam geradas e com isso, melhorar o clima organizacional.
1- Evite repassar o boato: Quando chegar até você algum boato, evite repassá-lo. Reflita se essa conversa agrega alguma coisa e como você se sentiria se isso fosse dito sobre você.
2- Fale bem dos outros: Crie o hábito de focar nos aspectos positivos das pessoas, sem com isso parecer “bajulador”.
3- Seja discreto: Não faça comentários sobre a vida pessoal de terceiros. Respeite o espaço de cada um.
4- Ocupe seu tempo: Sempre há o que fazer na empresa. Coloque o serviço em dia ou use seu tempo para seu desenvolvimento.
5- Se esquive da fofoca: Se no momento de convivência surgir algum comentário inconveniente, a melhor atitude é sair discretamente e evitar alimentar o assunto.
6- Respeite a empresa: É comum ouvir pessoas insatisfeitas reclamarem da organização. Nesse caso, seja ético e recuse a continuar o assunto. Caso haja algum problema que o deixe insatisfeito, converse com seu gestor e tente chegar á um acordo.
7- Lidere com sabedoria: Se você é o gestor deverá ser o exemplo para seus colaboradores. Fuja de ruídos e boatos. Se estiver acontecendo entre sua equipe, procure resolver o problema através de uma conversa discreta e individual.
Seguindo nossas dicas e usando da ética o ambiente corporativo será muito mais agradável.
Grande Abraço
Att.
Elizabete Pereira Gonçalves
Luz Coaching - Desenvolvimento Humano e
Instituto Brasileiro de Coaching
quarta-feira, 20 de março de 2013
EMPRÉSTIMOS
Cuidados ao tomar um empréstimo
Com os juros da economia em níveis tão altos quanto os que observamos hoje, fazer uso de empréstimos pessoais e financiamentos acaba sendo uma péssima prática para a saúde financeira de qualquer leitora. A palavra de ordem hoje é investir.
Porém, ao mesmo tempo em que observamos taxas de juros para investimentos tão interessantes, sofremos uma forte pressão no orçamento doméstico decorrente do constante aumento de preços, enquanto nossos ganhos mantêm-se estáveis. A conseqüência disso é que muitas leitores, sem conseguir reduzir seus gastos no mesmo ritmo em que os preços sobem, acabam tendo que recorrer a empréstimos. Nessas horas, é preciso planejar bem o compromisso que será assumido, para que o problema de hoje não se torne um tormento amanhã.
Veja como funciona cada modalidade de empréstimo:
Pedir emsprestado a um parente ou amigo: muitas pessoas vêem este tipo de empréstimo como o ideal, uma vez que se pode valer do relacionamento para deixar de pagar juros. Cuidado! Se você não quer destruir um bom relacionamento, leve em consideração que a pessoa que lhe emprestar o dinheiro poderia estar obtendo juros no banco. Por isso, é sensato negociar o empréstimo pagando os juros que essa pessoa conseguiria em uma aplicação comum – que hoje não chegam a 2% ao mês. Esta seria a alternativa mais barata para se conseguir um empréstimo, porém não se devem esquecer os custos emocionais desta prática. Pedir um empréstimo a um amigo é uma situação tão constrangedora para quem pede quanto para quem recebe o pedido. Por isso, muitas vezes deverá partir de você a proposta de pagar juros e de assinar uma nota promissória (que nada mais é do que uma promessa de pagamento por escrito), preservando a confiança mútua e o relacionamento. Cuidado nesta hora também, pois a promissória não é interessante para quem deve, é uma confissão de dívida e pode ser usada contra você em uma eventual quebra de amizade. Evite propor prazos para quitar o empréstimo, pois geralmente somos demasiadamente otimistas ao planejar nosso futuro. Se seu amigo esperar o dinheiro dele de volta no próximo mês e não receber, sua credibilidade será abalada e a amizade deixará de ser a mesma.
Penhor de bens: uma alternativa aos parentes e amigos é o penhor, em que você pode entregar ao banco bens de valor – obras de arte, jóias ou outro bem de valor mensurável – como garantia de um empréstimo que lhe é feito. Como o risco de o banco não receber o dinheiro de volta é pequeno, pelo fato dele ter os bens para vender, os juros são bem mais baixos que em outras modalidades. Esta prática deve ser feita somente quando a situação de falta de recursos é provisória e há plena certeza de que algum recurso extra está para surgir e pagar a dívida. A razão para este cuidado é que o banco sempre avaliará o bem a um preço bem abaixo do de mercado, sem contar que ele não levará em conta o valor emocional. Uma jóia herdada dos avós, por exemplo, é avaliada por seu peso em metal precioso, não levando em conta nem o trabalho artístico.
Empréstimo com o banco: disponível a qualquer pessoa que tenha conta em banco, o empréstimo é a forma mais barata de se conseguir recursos sem comprometer amizades e bens de família. Basta procurar um gerente do banco e solicitar uma quantia, verificando o plano de pagamento. Porém os juros não são baixos, e por isso deve-se fazer uma boa pesquisa de taxas em diversos bancos antes de contrair o empréstimo. Não tenha a ilusão de que você conseguirá as melhores taxas no banco em que você tem conta por ter um bom relacionamento. Pesquise! O procedimento para se conseguir um empréstimo pessoal não é complicado, mas alguns bancos poderão restringir seu crédito se você estiver com o nome sujo na praça – em razão de um cheque devolvido, por exemplo.
Cheque especial: não é a forma mais barata, mas é a forma mais simples de se conseguir um empréstimo, pois não é preciso sequer contatar o gerente. Porém, deve ser terminantemente evitada, já que os juros praticados são muito mais altos que os do empréstimo pessoal – e todo cliente que tem um limite no cheque especial deverá ter no mínimo o mesmo limite para empréstimos pessoais. O limite do cheque especial só deve ser usado por um ou dois dias, quando acontece algum imprevisto (atraso no recebimento ou antecipação no depósito de cheques pré-datados, por exemplo).
Uso do crédito rotativo do cartão de crédito: é uma prática tão ruim quanto o uso do cheque especial, e por isso deve ser riscada de qualquer lista de alternativas. Na fatura do cartão, há um sugestivo valor mínimo a ser pago, possibilitando ao usuário do cartão o pagamento futuro do restante. Não caia nesta armadilha! Os juros são em geral iguais ou maiores que os do cheque especial, o que traria um desgaste e uma perda de dinheiro muito grandes nos meses seguintes. Pague sempre o valor total de seu cartão na data do vencimento; se não houver saldo na conta, contate seu gerente e peça um empréstimo pessoal.
Financeiras: emprestam dinheiro sem muita burocracia e a juros similares aos do cheque especial e do cartão de crédito. Em geral, atendem a clientes desesperados, que precisam de dinheiro urgentemente para quitar um penhor ou para não perder um bem importante que havia sido financiado. Como trabalham com os juros mais altos da economia, tendem a conduzir o devedor ao total descontrole da dívida, sujando seu nome nos sistemas de proteção ao crédito. Também devem ser evitadas como alternativa ao endividamento.
Agiota: é qualquer pessoa que dispõe de recursos financeiros e faz uso desses recursos para emprestar a terceiros. Quando pedimos emprestado a amigos e parentes, a agiotagem não se caracteriza porque há o vínculo do relacionamento. O agiota profissional é aquele que exerce de forma ilícita atividade similar à de um banco ou de uma financeira, porém sem fiscalização e sem pagar impostos. Cobra juros extorsivos e, em geral, exige como garantia de seus devedores a transferência de bens como automóveis e imóveis. Por não ser uma atividade regulamentada, não se preocupa em agir dentro dos limites da lei na hora de cobrar uma dívida, podendo se tornar um grande risco à estabilidade pessoal e familiar do devedor. Não apenas deve ser evitado como deve ser denunciado.
Substituição de dívidas: ao precisar de dinheiro, uma alternativa interessante pode ser a venda de um bem para obtenção de recursos imediatos. Por exemplo, se você tiver uma dívida de R$ 15 mil e possuir na garagem um veículo já quitado com valor igual ou superior, pode vender seu automóvel e comprar um outro financiado. Esta prática não elimina a dívida, mas garante o pagamento de juros bem menores do que aqueles que você pagaria no empréstimo pessoal – hoje os juros de um financiamento de automóveis não chegam a passar muito dos 2% ao mês. Mas note que esta não deve ser uma prática a ser incentivada, uma vez que se está perdendo um bom valor em juros. Deve ser considerada apenas como uma alternativa ao empréstimo, quando este se faz essencial.
Empréstimo específico para casa própria, carro, cirurgia plástica e outros: a aquisição de empréstimos para bens e serviços cuja aquisição pode ser adiada é uma prática que deve ser evitada. Com juros altos, é muito melhor poupar para pagar à vista um pouco mais adiante do que desfrutar hoje e pagar muito mais caro no futuro, comprometendo boa parte de nossa renda com juros. Do ponto de vista financeiro, é muito mais barato e seguro alugar um imóvel enquanto se constrói uma poupança para adquirir um imóvel à vista no futuro (basta ter disciplina para fazer a poupança). Ao comprar um carro, é possível obter ótimos descontos pagando à vista. Quanto à cirurgia plástica, é muito mais saudável esperar um pouquinho e pagar à vista, pois é provável que as rugas que surgirão com a preocupação de uma dívida desnecessária exijam nova cirurgia em pouco tempo.
Estas informações serão bastante úteis na hora de escolher o tipo de empréstimo mais adequado a cada leitor. Porém, a dica mais importante é esta: procure quitar suas dívidas o quanto antes, para que você gaste menos dinheiro com juros. Se tiver várias dívidas, comece eliminando primeiro as mais caras, ou substituindo-as por mais baratas.
Fonte: www. maisdinheiro.com.br
Att.
Elizabete Pereira Gonçalves
Com os juros da economia em níveis tão altos quanto os que observamos hoje, fazer uso de empréstimos pessoais e financiamentos acaba sendo uma péssima prática para a saúde financeira de qualquer leitora. A palavra de ordem hoje é investir.
Porém, ao mesmo tempo em que observamos taxas de juros para investimentos tão interessantes, sofremos uma forte pressão no orçamento doméstico decorrente do constante aumento de preços, enquanto nossos ganhos mantêm-se estáveis. A conseqüência disso é que muitas leitores, sem conseguir reduzir seus gastos no mesmo ritmo em que os preços sobem, acabam tendo que recorrer a empréstimos. Nessas horas, é preciso planejar bem o compromisso que será assumido, para que o problema de hoje não se torne um tormento amanhã.
Veja como funciona cada modalidade de empréstimo:
Pedir emsprestado a um parente ou amigo: muitas pessoas vêem este tipo de empréstimo como o ideal, uma vez que se pode valer do relacionamento para deixar de pagar juros. Cuidado! Se você não quer destruir um bom relacionamento, leve em consideração que a pessoa que lhe emprestar o dinheiro poderia estar obtendo juros no banco. Por isso, é sensato negociar o empréstimo pagando os juros que essa pessoa conseguiria em uma aplicação comum – que hoje não chegam a 2% ao mês. Esta seria a alternativa mais barata para se conseguir um empréstimo, porém não se devem esquecer os custos emocionais desta prática. Pedir um empréstimo a um amigo é uma situação tão constrangedora para quem pede quanto para quem recebe o pedido. Por isso, muitas vezes deverá partir de você a proposta de pagar juros e de assinar uma nota promissória (que nada mais é do que uma promessa de pagamento por escrito), preservando a confiança mútua e o relacionamento. Cuidado nesta hora também, pois a promissória não é interessante para quem deve, é uma confissão de dívida e pode ser usada contra você em uma eventual quebra de amizade. Evite propor prazos para quitar o empréstimo, pois geralmente somos demasiadamente otimistas ao planejar nosso futuro. Se seu amigo esperar o dinheiro dele de volta no próximo mês e não receber, sua credibilidade será abalada e a amizade deixará de ser a mesma.
Penhor de bens: uma alternativa aos parentes e amigos é o penhor, em que você pode entregar ao banco bens de valor – obras de arte, jóias ou outro bem de valor mensurável – como garantia de um empréstimo que lhe é feito. Como o risco de o banco não receber o dinheiro de volta é pequeno, pelo fato dele ter os bens para vender, os juros são bem mais baixos que em outras modalidades. Esta prática deve ser feita somente quando a situação de falta de recursos é provisória e há plena certeza de que algum recurso extra está para surgir e pagar a dívida. A razão para este cuidado é que o banco sempre avaliará o bem a um preço bem abaixo do de mercado, sem contar que ele não levará em conta o valor emocional. Uma jóia herdada dos avós, por exemplo, é avaliada por seu peso em metal precioso, não levando em conta nem o trabalho artístico.
Empréstimo com o banco: disponível a qualquer pessoa que tenha conta em banco, o empréstimo é a forma mais barata de se conseguir recursos sem comprometer amizades e bens de família. Basta procurar um gerente do banco e solicitar uma quantia, verificando o plano de pagamento. Porém os juros não são baixos, e por isso deve-se fazer uma boa pesquisa de taxas em diversos bancos antes de contrair o empréstimo. Não tenha a ilusão de que você conseguirá as melhores taxas no banco em que você tem conta por ter um bom relacionamento. Pesquise! O procedimento para se conseguir um empréstimo pessoal não é complicado, mas alguns bancos poderão restringir seu crédito se você estiver com o nome sujo na praça – em razão de um cheque devolvido, por exemplo.
Cheque especial: não é a forma mais barata, mas é a forma mais simples de se conseguir um empréstimo, pois não é preciso sequer contatar o gerente. Porém, deve ser terminantemente evitada, já que os juros praticados são muito mais altos que os do empréstimo pessoal – e todo cliente que tem um limite no cheque especial deverá ter no mínimo o mesmo limite para empréstimos pessoais. O limite do cheque especial só deve ser usado por um ou dois dias, quando acontece algum imprevisto (atraso no recebimento ou antecipação no depósito de cheques pré-datados, por exemplo).
Uso do crédito rotativo do cartão de crédito: é uma prática tão ruim quanto o uso do cheque especial, e por isso deve ser riscada de qualquer lista de alternativas. Na fatura do cartão, há um sugestivo valor mínimo a ser pago, possibilitando ao usuário do cartão o pagamento futuro do restante. Não caia nesta armadilha! Os juros são em geral iguais ou maiores que os do cheque especial, o que traria um desgaste e uma perda de dinheiro muito grandes nos meses seguintes. Pague sempre o valor total de seu cartão na data do vencimento; se não houver saldo na conta, contate seu gerente e peça um empréstimo pessoal.
Financeiras: emprestam dinheiro sem muita burocracia e a juros similares aos do cheque especial e do cartão de crédito. Em geral, atendem a clientes desesperados, que precisam de dinheiro urgentemente para quitar um penhor ou para não perder um bem importante que havia sido financiado. Como trabalham com os juros mais altos da economia, tendem a conduzir o devedor ao total descontrole da dívida, sujando seu nome nos sistemas de proteção ao crédito. Também devem ser evitadas como alternativa ao endividamento.
Agiota: é qualquer pessoa que dispõe de recursos financeiros e faz uso desses recursos para emprestar a terceiros. Quando pedimos emprestado a amigos e parentes, a agiotagem não se caracteriza porque há o vínculo do relacionamento. O agiota profissional é aquele que exerce de forma ilícita atividade similar à de um banco ou de uma financeira, porém sem fiscalização e sem pagar impostos. Cobra juros extorsivos e, em geral, exige como garantia de seus devedores a transferência de bens como automóveis e imóveis. Por não ser uma atividade regulamentada, não se preocupa em agir dentro dos limites da lei na hora de cobrar uma dívida, podendo se tornar um grande risco à estabilidade pessoal e familiar do devedor. Não apenas deve ser evitado como deve ser denunciado.
Substituição de dívidas: ao precisar de dinheiro, uma alternativa interessante pode ser a venda de um bem para obtenção de recursos imediatos. Por exemplo, se você tiver uma dívida de R$ 15 mil e possuir na garagem um veículo já quitado com valor igual ou superior, pode vender seu automóvel e comprar um outro financiado. Esta prática não elimina a dívida, mas garante o pagamento de juros bem menores do que aqueles que você pagaria no empréstimo pessoal – hoje os juros de um financiamento de automóveis não chegam a passar muito dos 2% ao mês. Mas note que esta não deve ser uma prática a ser incentivada, uma vez que se está perdendo um bom valor em juros. Deve ser considerada apenas como uma alternativa ao empréstimo, quando este se faz essencial.
Empréstimo específico para casa própria, carro, cirurgia plástica e outros: a aquisição de empréstimos para bens e serviços cuja aquisição pode ser adiada é uma prática que deve ser evitada. Com juros altos, é muito melhor poupar para pagar à vista um pouco mais adiante do que desfrutar hoje e pagar muito mais caro no futuro, comprometendo boa parte de nossa renda com juros. Do ponto de vista financeiro, é muito mais barato e seguro alugar um imóvel enquanto se constrói uma poupança para adquirir um imóvel à vista no futuro (basta ter disciplina para fazer a poupança). Ao comprar um carro, é possível obter ótimos descontos pagando à vista. Quanto à cirurgia plástica, é muito mais saudável esperar um pouquinho e pagar à vista, pois é provável que as rugas que surgirão com a preocupação de uma dívida desnecessária exijam nova cirurgia em pouco tempo.
Estas informações serão bastante úteis na hora de escolher o tipo de empréstimo mais adequado a cada leitor. Porém, a dica mais importante é esta: procure quitar suas dívidas o quanto antes, para que você gaste menos dinheiro com juros. Se tiver várias dívidas, comece eliminando primeiro as mais caras, ou substituindo-as por mais baratas.
Fonte: www. maisdinheiro.com.br
Att.
Elizabete Pereira Gonçalves
quarta-feira, 13 de março de 2013
A importância do líder na motivação dos colaboradores

É indiscutível que uma equipe é reflexo da gestão de seu líder. E uma boa liderança, além de trazer os resultados, deve colaborar com o desenvolvimento e evolução de seus liderados. Com certeza, liderar não é uma tarefa fácil, pelo contrário, é um trabalho árduo, minucioso e que requer visão.
E uma das mais importantes funções do líder é motivar diariamente sua equipe. Um colaborador sem motivação pessoal ou profissional não tem comprometimento ou interesse com os objetivos traçados, gerencia seu tempo de forma inadequada e tudo isso resulta em uma baixa produtividade.
Portanto, o líder deve estar sempre preparado para motivar. Veja algumas dicas para motivar seu colaborador:
Mantenha bons relacionamentos: uma pesquisa realizada em 2011 e no ano passado revelou que ter um bom relacionamento interpessoal com colegas de trabalho e com superiores está no topo de itens que mais influenciam positivamente a motivação dos colaboradores.
Atenção individualizada: cada membro da equipe tem habilidades e talentos individuais. Do mesmo modo, possui suas próprias expectativas e desejos pessoais e profissionais. Sendo assim, todos devem ser tratados de forma individual pelo líder, e este deve buscar alinhar os anseios do colaborador com os objetivos da empresa.
Delegue: a atitude de transferir autoridade aos colaboradores faz com que sintam-se parte do projeto e fiquem mais engajados. Lembre-se que delegar não é transferir responsabilidade, na verdade é transferir autoridade a uma pessoa apta técnica e emocionalmente para a demanda.
Dê feedback: esta é uma maneira do líder reconhecer um trabalho bem feito, evidenciar as qualidades do liderado, como também um modo assertivo de corrigir falhas técnicas e de comportamento, através de sua instrução.Sempre que possível faça um elogio em público, e caso não seja, chame o colaborador para receber o feedback reservadamente.
O Coaching melhora a liderança e a capacidade de levar a equipe aos bons resultados. Um líder Coach sabe motivar diariamente, planejar as metas, delegar, acompanhar e conduzir tarefas; compartilha seus conhecimentos, desenvolve seus profissionais e mostrar o quão cada colaborador é importante para o alcance dos resultados.
Grande abraço e muita LUZ!!
Att.
Elizabete Pereira Gonçalves
Coach Profissional
(Fonte: Instituto Brasileiro de Coaching)
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