quinta-feira, 1 de agosto de 2013

NÃO PONHA MAIS DIAS EM SUA VIDA! PONHA MAIS VIDA EM SEUS DIAS!



"Há pessoas que se matam de trabalhar por dinheiro e usam como justificativa o fato de que querem dar uma condição de vida melhor para os filhos. É fundamental trabalhar e é ótimo que nosso trabalho se reverta em dinheiro para proporcionarmos uma vida confortável às pessoas que amamos. 

Mas às vezes me pergunto se os filhos que são usados como justificativa para a fixação pelo trabalho não optariam por uma vida menos confortável em troca de uma convivência maior com os pais. Se o menino não trocaria o videogame de última geração por um jogo de futebol com o pai toda sexta-feira no final do dia; se a menina não trocaria as bonecas que falam por um passeio semanal no parque com a mãe para conversar sobre tudo (mãe e filha, não filha e boneca). Imagine a cumplicidade que estaria sendo construída nesses momentos! 

Eu sei que é importante pagar uma boa escola para os filhos, arcar com um bom plano de saúde, mas SUA VIDA NÃO PODE SE LIMITAR a trabalhar para pagar contas! Trata-se de um grande desafio, mas é necessário e urgente aprender a encontrar espaço em sua vida para elaborar e realizar propósitos maiores. E se você não consegue encontrar um propósito maior nem mesmo na relação com as pessoas mais importantes - pais, filhos, irmãos, companheiros, amigos -, como vai estabelecer propósitos maiores para sua vida?

O dinheiro é apenas a consequência de um excelente trabalho, mas não é a quantidade de horas que você passa no trabalho que define a excelência do que você faz. As horas trabalhadas em geral não são proporcionais a seus rendimentos ou a sua competência. Se fosse assim cortadores de cana ganhariam muito bem, afinal trabalham de sol a sol e são especializadíssimos no que fazem. É simples assim.

Há quem coloque o dinheiro na frente do trabalho, e o dinheiro passa a ser objetivo de vida – e isso jamais deve acontecer. Eu adoro ter dinheiro, mas aquele que me traz coisas de que gosto, e não que me tira das coisas de que gosto, que me tira conhecimento, a saúde, o vínculo com as pessoas que amo. Esse dinheiro eu dispenso, porque dinheiro bom é aquele que faz você sentir seguro, não aquele que o aprisiona. Lembre-se sempre de que alguns possuem dinheiro, outros são possuídos por ele.

Quantos se enganam com a velha desculpa de que “no futuro vai ser diferente”? O futuro é agora. O tempo que importa é o presente.

Lembre-se deste comentário do pastor norte-americano Rick Waren: “A importância das coisas pode ser medida pelo tempo que estamos dispostos a investir nelas. Quanto maior o tempo dedicado a algo, mais você demonstra a importância e o valor que isto tem para você. Se você quiser conhecer as prioridades de uma pessoa, observe a forma com ela utiliza o tempo.”

Aliás, um dos maiores erros que cometemos na vida é em relação ao tempo. O tempo do relógio não existe. O tempo é um estado de espírito. É uma questão de percepção. Basta observar que o tempo passa rápido demais para quem está feliz e que demora a passar para quem está triste ou angustiado.

Olhe para sua vida. Se todo dia você não vê a hora de sair do trabalho, se seu dia parecer ter muito mais de 24 horas, reflita sobre seu estado de espírito.

Cada minuto passado no relógio está encurtando o que você chama de futuro.


“NÃO PONHA MAIS DIAS EM SUA VIDA. PONHA MAIS VIDA EM SEUS DIAS!!

Grande abraço!!!
Paz e Luz!!

Elizabete Gonçalves
Master Coach

segunda-feira, 29 de julho de 2013

POSTURA EXCESSIVAMENTE CRÍTICA SÓ AGRAVA OS PROBLEMAS DOS PARCEIROS

Mesmo quando são pertinentes, as críticas acabam por evidenciar os erros e defeitos do parceiro ou da relação e não ajudam a encontrar soluções ou caminhos mais confortáveis para o que não vai bem na vida em comum. Não é preciso fazer vista grossa ao que incomoda, mas vale a pena dirigir o foco também para o que é bom e, assim, valorizá-lo. Celebrar as trevas não leva a lugar nenhum.  


Muitos acreditam que perceber defeitos é evidência de sua inteligência. Mas o olhar que se volta para a falha e que nela se especializa nada mais faz do que promovê-la. Ser emocionalmente inteligente e maduro, sensato, generoso,capacitado para as relações requer, na verdade, outra habilidade, a de perceber e grifar o bom.

A experiência clínica me ensinou e a vida confirma que a consciência dos recursos que permanecem íntegros no sistema conjugal é o que capacita um casal a dar conta de suas dificuldades. O foco no que está (ou parece estar) disfuncional só contribui para o agravamento dos problemas, além de promover terrível sentimento de impotência. Para que se sintam potentes, é preciso que as pessoas se reconheçam como preenchidas de recursos, habilidades, talentos, força, discernimento e otimismo em relação ao desenlace positivo que os conflitos podem ter. quando se aposta no bom, promove-se o bom. Quando em nome da esperteza e da segurança, o ruim e o errado são enfatizados, erguem-se muralhas impeditivas á preservação do vínculo e ao desenvolvimento da experiência amorosa. Um único gesto de compaixão, de compreensão e de perdão tem maior potencial construtivo que mil críticas, por mais pertinentes que possam ser.
           
Um conto árabe revela como, ao longo de 1001, noites Sherazade foi capaz de preservar acesa a chama de uma relação conjugal e de demover seu parceiro, o rei Shariar, do intento de matá-la. Ele dera cabo de todas as parceiras anteriores e pretendia matar quantas mais viesse a ter, em represália á traição sofrida por parte da primeira esposa. Sherazade o entretinha com histórias fascinantes, que interrompia a certa altura para retomar depois.

Esse enredo retrata uma dinâmica interna comum a todos nós e nos alerta para o perigo de descuidar dos rumos que a vida pode tomar, além de apontar um caminho possível para a superação das dificuldades. O rei personifica a sede de vingança, a ausência de reflexão, a dificuldade de lidar com conflitos traços que podem estar presentes em todas as pessoas. Para fazer frente a esse espírito assassino (que, aliás, gosta de se disfarçar de “crítico esperto”), nossa psique dispõe de uma Sherazade (não por acaso, uma força masculina imatura, destrutiva, de um lado, e seu contraponto, de outro: uma disposição feminina cuidadosa, criativa, preservadora).

Depende de cada um de nós a escolha de qual dessas dimensões deverá preponderar em nossa psique e permear nossos posicionamentos em relações amorosas. O rei, a um só tempo arrogante e despreparado, pode ser tocado e humanizado por um feminino habilidoso como Sherazade, sem que para isso devam existir acusações, julgamentos ou punições. Uma vez que Sherazade e Shariar são imagens arquetípicas, eles habitam igualmente psiques de homens e de mulheres, bem como de casais, na qualidade de sistemas psíquicos. Pois bem: mil vezes uma Sherazade sábia do que um Shariar espertinho.


No conto, o que sedimenta a nova disposição do rei, promovida pela esposa, é a encantadora imagem das crianças nascidas daquela união. O rei sequer se dera conta de que havia fertilizado a esposa. Para além de qualquer dúvida, o que possibilitou a longevidade e a qualidade do relacionamento foi a luz que incidiu sobre o bom e não a celebração das trevas.     

Alberto Lima, psicoterapeuta de orientação junguiana, é professor -doutor em Psicologia Clínica e autor de O Pai e a Psique e de Alma: Gênero e Grau.

Paz, Harmonia e LUZ!!

Elizabete Pereira dos Santos Gonçalves
Master Coach
38. 3531-9077

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Disciplina é fator determinante para o sucesso

Quem nunca teve a desagradável experiência de vivenciar o adiamento de uma decisão?

Quem nunca sentiu desânimo, inércia e frustração por não conseguir concretizar um objetivo, por pura falta de disciplina? Em maior ou menor grau, grande parte das pessoas sofre, constantemente, desse mal, mesmo sabendo que todos nós temos um potencial ilimitado para a superação.

Inúmeras vezes afirmamos que temos disciplina e até mesmo acreditamos nisso. Porém, basta analisar nossas vidas: carreira estagnada, projetos profissionais na gaveta, conta bancária no vermelho, trabalho pouco desafiante, desordem na vida pessoal, promessas de seguir uma dieta, de praticar exercícios físicos, de dar mais atenção aos filhos, de aproximar-se dos amigos...

O tema disciplina é bastante intrigante. Tem relação direta com decisão e escolhas, porque ao tomar uma decisão, tem-se que assumir a responsabilidade de realizá-la. Daí vem o longo e desafiante caminho das escolhas.

A busca por disciplina exige alcance, ou seja, consciência e clareza de objetivos.  conexão entre pensamento, emoção, ação e constância de propósito. Requer planejamento e execução, definição de objetivos, esforço e muita dedicação. Normalmente, os disciplinados “seres invejados” são positivos, sinalizam prosperidade, perseverança, fazem boa administração do tempo e têm leveza em seu dia a dia.

Stephen Covey, em seu livro o 8º hábito, ressalta que “só os disciplinados são verdadeiramente livres. Os indisciplinados são escravos do momento, dos apetites e das paixões.”

Normalmente, quando se pensa em pessoas muito disciplinadas, imaginam-se pessoas muito rígidas e inflexíveis. Ser disciplinado não significa criar uma rotina pesada e entediante, e sim ter o controle de sua própria vida. Dessa forma, diminuímos as preocupações, ganhamos mais tempo, praticidade, atingimos metas e concretizamos objetivos.

Por isso, a disciplina é um recurso fortalecedor. Na medida em que você conquista metas e objetivos, gera autocontrole, é ser dono, verdadeiramente de si. Percebo que a maioria das pessoas tem “pensamento mágico”, ou seja, tem a ilusão de que as coisas caem do céu ou que alguém fará as coisas por nós. Assim, adiam tudo, deixam tudo para a última hora, são dominadas pela preguiça, vivem uma profunda inércia e o que é pior: não finalizam nada. Tornam-se, então, pessoas pouco realizadoras e com níveis de resultados muito medíocres, porque estão sempre procrastinando.

O tema disciplina, na maioria das vezes, é ignorado no processo de mudança, talvez porque as pessoas não se conscientizaram ainda de que precisam mudar de estado emocional para que as coisas comecem a caminhar.

E como mudar seu estado emocional? Talvez, o caminho mais curto para essa descoberta seja o autoconhecimento. Quando identificamos nosso grau de autodisciplina, descobrimos nossa capacidade de autogestão, assim, tornamo-nos mais conscientes da nossa jornada para o desenvolvimento.

Alguns fatores interferem no processo de busca de disciplina, como o medo do novo, o sair da “zona de conforto” e o desejo imediatista. Assim, muitos preferem ficar onde estão e acabam não assumindo as responsabilidades da mudança.

O mais importante é entender que se adquire autodisciplina com a prática diária. É como fazer atividade física: quanto mais nos exercitamos, mais fortalecemos a musculatura. Com os resultados nos tornamos mais confiantes, motivados e perseverantes.

O segredo da autodisciplina é nos desafiarmos a cada dia. O desafio precisa ser progressivo. Á medida que aumentamos os pesos, percebemos que estamos vencendo mais uma etapa. O importante é desenvolvermos a consciência dos nossos limites. Chegará um momento que sua busca não exigirá tanto esforço, pois se tornará um hábito.

Tenho plena convicção que o fator “disciplina” é o maior poder desencadeante de resultados. Pela observação e experiência, como profissional de coaching, vejo que, para qualquer decisão e objetivos que se queira alcançar, o conceito disciplina deve ser definitivamente internalizado e exercitado. Isso significa que, além da intenção, é preciso ação e estabelecer novos hábitos. Já dizia Vincent Van Gogh: “Grandes coisas não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas realizações”.  

Paz e muita Luz!

Grande Abraço
Elizabete P.S.Gonçalves
Administradora de Empresas
Professional And Self Coach/Behavioral Analyst
Business/Executive Coach
Luz Coaching - Desenvolvimento Humano

3531-9077

terça-feira, 28 de maio de 2013

Como enfrentamos os conflitos?


Cada pessoa reage de forma diferente diante dos conflitos; há pessoas mais preparadas e outras nem tanto.

O autoconhecimento é uma boa estratégia para poder lidar com as diferenças que o mundo apresenta. Algumas pessoas são preparadas emocionalmente para enfrentar um conflito pessoal, social, e muitas não.

Os seres humanos às vezes demoram a vida inteira para perceber que a vida é uma transformação. O dia a dia nos consome de tal forma que deixamos a vida passar.

As mudanças começam pelo nosso interior, tudo começa com uma transformação interna, em que a palavra de ordem é se redescobrir, enquanto seres humanos reconhecem o seu interior.

MUDE SEUS PENSAMENTOS E VOCÊ MUDARÁ SEU MUNDO 
                                                                        (Normam Vicent Peale)

Quantas vezes deixamos de fazer o que queremos em função de algo externo o com o passar do tempo nos distanciamos de nós mesmos. Pessoas que buscam agradar as outras fazem pelas outras, vivem para as outras, cada vez mais se distanciam de si mesmas e, num determinado momento, o vazio acontece, os conflitos internos também, fazendo com que a vida não tenha mais sentido e por mais que se dedique às outras, nunca terá de volta essa dedicação. 

Todo o processo de transformação que proporcionar a si próprio não será em vão, enfrentá-lo trará para você outra forma de ver o universo e, no mínimo, o que está ao seu redor. Você deve buscar novos sabores no que faz, na sua vida dê a possibilidade de que o desejo possa acontecer; temos tudo, sabemos muito, mas ainda é pouco, não vivemos como queremos.

Pense um pouco:
- Quantos sentimentos, emoções e vontades foram abafados, escondidos pelo corre-corre do dia a dia, ou até mesmo para não provocar conflitos com quem está ao nosso lado?

- Quanto sentimentos deixou de lado pela loucura que vivemos?

- Quantas vezes deixou de chorar quando era isso que queria?

- Quantas vezes deixou de dar uma palavra amiga para uma pessoa que necessitava naquele momento?

Estava escutando um texto interpretado por Fernanda Montenegro em que ela relata que estamos acostumados com coisas que a sociedade no dá, no cobra, e deixamos de lado o que queremos, mas está tudo dentro de nós mesmos, escondido, perdendo a possibilidade de da expressão de sentimentos, afastando a possibilidade de ser efetivamente feliz.

Não somos robôs, porém agimos como tal, deixando de desfrutar os bons e maus momentos.

Pense nisso... e na próxima, compartilho com você o texto lindíssimo da Fernanda.

Paz e Luz!!

Grande Abraço

Elizabete P.S.Gonçalves
Administradora de Empresas
Professional And Self Coach/Behavioral Analyst
Business/Executive Coach
38 3531 9077 

terça-feira, 21 de maio de 2013

Casal que briga por qualquer coisa costuma ter Frustrações escondidas


Se os confrontos viraram rotina, é sinal de que os parceiros guardam alguma carência, seja na área sexual ou na efetiva, seja na da realização pessoal ou em qualquer outra. Muitas vezes, nem sabem disso. Descontam no outro sem perceber de onde vem o descontentamento. Só há um jeito de melhorar a situação:conversa e conversa. Até encontrar e desatar os nós da relação.
    Alguns casais adoram brigar. Nem precisam de motivo. Fazem desse o seu modo de conviver, de se amar. Um modo muito ruim, convenhamos.

      Tudo vira confronto. Se o marido chega em casa com bombons para a mulher, ela logo reage: “Você não sabe que eu estou de regime? Quer que eu fique gorda?”  Ele tenta explicar: “ Só queria te agradar,fazer um carinho”. Ela não baixa a guarda: “Se quer fazer um carinho, então me ajude com as crianças, em vez de trazer um presente que só serve para me angustiar”. Pronto, está formada a confusão. Ele se afasta, vai ver televisão, ler jornal. Ela ofendida, reclama que ele se recusa a conversar. O que era pra ser um momento de alegria vira um pesadelo.

      Às vezes eles brigam só para marcar posição: discordam sobre algo e começam a discutir para ver quem tem razão; nenhum é capaz de ceder, ambos preferem bater o pé até o fim a admitir a razão do outro.

      Em festas, o casal beligerante bate-boca por ciúme ou, quando um começa a contar uma viagem, ou programa que fizeram juntos, o outro imediatamente começa a lembrar como o parceiro estava chato, não queria fazer comprar, dormia muito etc. humilhando-o, numa espécie de bullying .Mesmo que não haja gritos, a animosidade é visível e acaba estragando a festa. O casal passa então a não ser mais convidado, afastando-se dos amigos.

       Os filhos também fogem. Refugiam-se no quarto, deixam de comer com os pais. Sabem que qualquer faísca pode virar um incêndio.

      Quando as brigas acontecem por motivos fúteis, frequentemente existe algo maior reprimindo, que não é falado, não é resolvido, mas faz com que a agressividade ou frustração apareça. O conteúdo guardado (falta de realização, de sexo, de dinheiro, de carinho, de autoestima) é jogado sobre quem está mais perto, o parceiro, que se transforma, numa lata de lixo de emoções reprimidas.

Nesses casos, uma boa conversa pode evitar os confrontos. Para que ela se realize, porém é preciso que o casal reconheça que briga demais e queira descobrir o que provoca tal comportamento. Nessa conversa, cada um deve expor suas insatisfações e carências, sem agressão. Se isso não resolver, vale a pena procurar uma terapia de casal, ou COACHING DE RELACIONAMENTO. Casais que relutam em procurar um profissional, podem tentar realizar sozinhos, saindo uma vez por semana para jantar fora ou fazer qualquer outro programa, aproveitando esses momentos para perguntarem o que, afinal está por trás de suas brigas. 

É importante que se comprometam a não se alterar nessas conversas. Ninguém é responsável por nossas frustrações e infelicidades. Culpar o outro não resolve nada. Temos que nos perguntar “o que está me frustrando?” Não dá para mudar o outro mas dá para mudar a si mesmo.

      Algumas vezes, as brigas são conseqüências da agressividade de um dos dois, que as utilizam para descarregar a tensão. Nesses casos, seria bom consultar um psiquiatra. Ele poderá recomendar medicamentos que controlam a agressividade, completando com uma terapia ou um “Processo de COACHING” para descobrir as causas do comportamento e fazer as mudanças necessárias.

     Enfim, se existe carinho e amizade verdadeira, vale a pena insistir em melhorar a situação do casal briguento, que, no fim, poderá dizer, como nas músicas dos mestres Tom Jobim (1927-1994) e Vinicius de Moraes (1913-1980): “ Bom e mesmo amar em paz/ Brigas nunca mais”.

Fonte: *Leniza Castello Branco
   
Grande Abraço e Muita LUZ !!

-- 
Elizabete P.S.Gonçalves
Administradora de Empresas
Professional And Self Coach/Behavioral Analyst
Business/Executive Coach
Luz Coaching - Desenvolvimento Humano
38 3531 9077 / 38 8828 6691



sexta-feira, 12 de abril de 2013

Quando dinheiro não é tudo na vida do profissional

Gestores devem estar atentos à questão do salário emocional para manter suas equipes motivadas
Política monetária sozinha não resolverá o problema Foto: Bloomberg News

RIO - A satisfação no mundo corporativo, mais do que nunca, está hoje diretamente ligada a um bom ambiente de trabalho e às perspectivas de crescimento, e não necessariamente à alta remuneração. Cada vez mais profissionais, inclusive os da Geração Y, valorizam o chamado salário emocional, conjunto de fatores que fazem as pessoas desejarem permanecer na empresa, explica a coach e diretora da Pro-Fit, Eliana Dutra.

Mas que fatores são esses? O salário emocional pode ser representado, segundo Ylana Miller, sócia-diretora da Yluminarh e professora do Ibmec, pelo somatório de estilo de liderança, ambiente de trabalho e oportunidades de desenvolvimento de carreira.

Líder tem influência direta na qualidade do salário emocional

O salário emocional, dizem especialistas, sofre influência direta do papel que o líder desempenha junto à equipe e está intimamente ligado ao desenvolvimento, à oportunidade de aprendizado e ao progresso na carreira:

— Pesquisas já apontam, há mais de três décadas, que as pessoas não trocam de emprego e, sim, de chefe. Como a maioria dos presidentes e executivos das empresas foca apenas nos resultados, não entende a importância desse salário emocional para os seus funcionários — diz Eliana, acrescentando que a natureza da atividade desenvolvida, o sentimento de que sua contribuição faz diferença para a organização e as perspectivas de desenvolvimento aparecem nos primeiros lugares, antes mesmo de remuneração, na lista de critérios dos profissionais para não mudar de emprego.

Segundo a coach, as consequências do comportamento do líder que só olha para os resultados é a ocorrência de assédio moral e desestímulo de seus colaboradores:

— A humilhação tem um efeito cascata, pois é passada do presidente para os seus diretores, desses para seus colaboradores, e assim por diante. É necessário preparação dos líderes para que possam perceber a real importância do salário emocional e como este pode auxiliá-lo a obter os melhores resultados de sua equipe.

Para tornar o salário emocional concreto e eficaz, as empresas — e seus gestores — devem investir em ações de retenção, como criar possibilidades reais de progresso, de crescimento pessoal, novos desafios etc:

— Não existe uma fórmula única, e sim um somatório de atitudes — diz Ylana.
Aprendizado deve ser estendido aos gestores

Esse aprendizado, no entanto, não deve estar restrito aos empregados. Para que os líderes possam contribuir efetivamente com suas equipes, diz Eliana, é essencial que estes também passem por programas de gestão, liderança e, principalmente, de coaching:

— Assim, eles poderão desenvolver a habilidade de ouvir seus funcionários e estimulá-los na busca de soluções.
Ylana é da mesma opinião: ela acredita que a liderança pode ser desenvolvida, sim:

— As habilidades do líder resultam de uma combinação de experiências de vida, mas também podem ser aprendidas. Investir na capacitação dos líderes deve ser prioridade na agenda das organizações.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/emprego/quando-dinheiro-nao-tudo-na-vida-do-profissional-8093400#ixzz2QGucSFz8
© 1996 - 2013. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. 



Att.


Elizabete Pereira Dos Santos Gonçalves 
Coach Profissional

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Evite o estresse e tenha mais qualidade no trabalho


No dia a dia, somos submetidos a várias situações de estresse. Mas, por vezes, recebemos uma carga maior que a nossa mente e corpo podem suportar. Os resultados disso são desequilíbrios psíquicos e orgânicos: ansiedade contínua, dores e enrijecimento dos músculos – reflexo das tensões –, dificuldade em manter o foco, irritabilidade – ou instabilidade emocional –, gastrite e alterações cardiorrespiratórias. 

As fontes de estresse são diversas. Eles podem ser previsíveis, por exemplo, planilhas de custos variáveis com valores altos. Eles podem ser agudos: quantidade excessiva de reuniões, prazos que não correspondem a realidade. E também são classificados como crônicos quando há uma exposição prolongada à situações estressoras.

Às vezes, o estresse é uma reação a ameaças que são capitadas pela percepção do sujeito à vida cotidiana. Porém, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Francês para Controle de Ansiedade e Estresse, 95% das preocupações nunca se tornarão problemas reais.
 
Pressão x ambiente corporativo
O ambiente corporativo sugere pressão.  Você tem duas formas de encarar isso: como um problema que te levará ao desequilíbrio emocional e físico ou como um combustível que te levará até ao alcance de suas metas e te dará a possibilidade de ir além. A grande questão é como você canaliza as emoções e encara as situações as quais é submetido, pois o estresse, muitas vezes, é causado pela sua percepção e não pelo evento em si. O primeiro passo então para controlá-lo é mudar a forma como você absorve as situações a sua volta, ressignificar a sua compreensão, mudar a sua forma de pensar.
 
Além disso, veja algumas dicas rápidas que você pode aplicar em seu dia a dia e diminuir seu nível de estresse:
- Planejamento e metas reais: de acordo com a International Stress Management Association, 62% dos trabalhadores da: saúde, finanças, educação, indústria e serviços consideram a falta de tempo como a principal causadora de estresse. E a desorganização é um dos principais fatores do desperdício de tempo. Aprenda a planejar e, obviamente, seguir o planejamento. Também defina metas reais. Objetivos não alcançáveis causam frustração. Por isso, você deve encontrar o ponto de equilíbrio.
 
- Comunicação: mantenha uma comunicação clara com seus liderados e com seus superiores. Seja assertivo, isso diminuí conflitos e consequentemente situações estressantes.
 
- Faça exercícios e atividades relaxantes: a prática de exercícios físicos libera substâncias em nossos organismos que combatem o estresse e a ansiedade. Atividades relaxantes, também são importantes para minimizar o estresse. Ressalto ainda que antes de iniciar qualquer atividade física é prudente consultar o seu médico.

Tome medidas assertivas, mude sua compreensão diante das situações e se concentre em problemas reais. Com isso, você não desperdiçará suas energias e terá mais disposição para realizar seus objetivos pessoais e profissionais, com sucesso.


Presidente do Instituto Brasileiro de Coaching.


Um abraço

Elizabete Pereira Gonçalves
Coach Profissional

quinta-feira, 28 de março de 2013

Ruídos no ambiente corporativo – mantenha distância


Muitas pessoas possuem o mau hábito de inventar, comentar e espalhar rumores sobre outras pessoas. Tal comportamento pode ser nocivo, principalmente quando adotado no ambiente corporativo.

O ruído não deixa de ser um canal de comunicação informal entre os colaboradores, contudo, na maioria das vezes, acarreta muitos danos já que o conteúdo é sempre negativo. E isto é um perigo para o desenvolvimento de sua carreira profissional, para a convivência no ambiente de trabalho e entre as equipes, e a consequência pode ser pior ainda para os negócios, se a empresa ignorar seus efeitos.

O profissional que se envolve nesses assuntos, corre o grave risco de ter sua imagem manchada e, isso pode estender-se a sua vida pessoal também. O ambiente de trabalho deve ser sadio para que ocorra um bom desenvolvimento das ações, e de modo geral, os ruídos são prejudiciais até mesmo às pessoas que os transmitem.

Fofocas x Problemas de relacionamento
Em uma pesquisa realizada pela rede de contatos profissionais LinkedIn, cerca de 17 mil usuários de 16 países responderam a pergunta: “O que mais te irrita no escritório?”. Entre os brasileiros, 83% dos entrevistados mencionaram a fofoca em excesso, e a média geral, entre todos os entrevistados, foi de 62%.

A melhor maneira de evitar esses ruídos é falar menos e ouvir mais. De acordo com especialistas, em casos de difamações graves, a comissão de ética da empresa deverá ser acionada para que deste modo os profissionais envolvidos sejam devidamente responsabilizados.

Os boatos diminuem a produtividade dos colaboradores e comprometem significativamente a qualidade da convivência. Isso acontece porque a fofoca se prolifera de forma rápida, provoca insegurança nos profissionais, e sempre é acrescida de informações não checadas, que geralmente não correspondem à realidade. Assim, em poucos minutos, ela pode causar um estrago gigantesco.

Sabendo dos danos que os ruídos podem causar, trouxemos 7 dicas poderosas que poderão ser usadas para evitar que situações conflituosas sejam geradas e com isso, melhorar o clima organizacional.

1- Evite repassar o boato: Quando chegar até você algum boato, evite repassá-lo. Reflita se essa conversa agrega alguma coisa e como você se sentiria se isso fosse dito sobre você.

2- Fale bem dos outros: Crie o hábito de focar nos aspectos positivos das pessoas, sem com isso parecer “bajulador”.

3- Seja discreto: Não faça comentários sobre a vida pessoal de terceiros. Respeite o espaço de cada um.

4- Ocupe seu tempo: Sempre há o que fazer na empresa. Coloque o serviço em dia ou use seu tempo para seu desenvolvimento.

5- Se esquive da fofoca: Se no momento de convivência surgir algum comentário inconveniente, a melhor atitude é sair discretamente e evitar alimentar o assunto.

6- Respeite a empresa: É comum ouvir pessoas insatisfeitas reclamarem da organização. Nesse caso, seja ético e recuse a continuar o assunto. Caso haja algum problema que o deixe insatisfeito, converse com seu gestor e tente chegar á um acordo.

7- Lidere com sabedoria: Se você é o gestor deverá ser o exemplo para seus colaboradores. Fuja de ruídos e boatos. Se estiver acontecendo entre sua equipe, procure resolver o problema através de uma conversa discreta e individual.

Seguindo nossas dicas e usando da ética o ambiente corporativo será muito mais agradável.

Grande Abraço

Att.

Elizabete Pereira Gonçalves 
Luz Coaching - Desenvolvimento Humano e 
Instituto Brasileiro de Coaching

quarta-feira, 20 de março de 2013

EMPRÉSTIMOS

Cuidados ao tomar um empréstimo
Com os juros da economia em níveis tão altos quanto os que observamos hoje, fazer uso de empréstimos pessoais e financiamentos acaba sendo uma péssima prática para a saúde financeira de qualquer leitora. A palavra de ordem hoje é investir.
Porém, ao mesmo tempo em que observamos taxas de juros para investimentos tão interessantes, sofremos uma forte pressão no orçamento doméstico decorrente do constante aumento de preços, enquanto nossos ganhos mantêm-se estáveis. A conseqüência disso é que muitas leitores, sem conseguir reduzir seus gastos no mesmo ritmo em que os preços sobem, acabam tendo que recorrer a empréstimos. Nessas horas, é preciso planejar bem o compromisso que será assumido, para que o problema de hoje não se torne um tormento amanhã.

Veja como funciona cada modalidade de empréstimo:

Pedir emsprestado a um parente ou amigo: muitas pessoas vêem este tipo de empréstimo como o ideal, uma vez que se pode valer do relacionamento para deixar de pagar juros. Cuidado! Se você não quer destruir um bom relacionamento, leve em consideração que a pessoa que lhe emprestar o dinheiro poderia estar obtendo juros no banco. Por isso, é sensato negociar o empréstimo pagando os juros que essa pessoa conseguiria em uma aplicação comum – que hoje não chegam a 2% ao mês. Esta seria a alternativa mais barata para se conseguir um empréstimo, porém não se devem esquecer os custos emocionais desta prática. Pedir um empréstimo a um amigo é uma situação tão constrangedora para quem pede quanto para quem recebe o pedido. Por isso, muitas vezes deverá partir de você a proposta de pagar juros e de assinar uma nota promissória (que nada mais é do que uma promessa de pagamento por escrito), preservando a confiança mútua e o relacionamento. Cuidado nesta hora também, pois a promissória não é interessante para quem deve, é uma confissão de dívida e pode ser usada contra você em uma eventual quebra de amizade. Evite propor prazos para quitar o empréstimo, pois geralmente somos demasiadamente otimistas ao planejar nosso futuro. Se seu amigo esperar o dinheiro dele de volta no próximo mês e não receber, sua credibilidade será abalada e a amizade deixará de ser a mesma.

Penhor de bens: uma alternativa aos parentes e amigos é o penhor, em que você pode entregar ao banco bens de valor – obras de arte, jóias ou outro bem de valor mensurável – como garantia de um empréstimo que lhe é feito. Como o risco de o banco não receber o dinheiro de volta é pequeno, pelo fato dele ter os bens para vender, os juros são bem mais baixos que em outras modalidades. Esta prática deve ser feita somente quando a situação de falta de recursos é provisória e há plena certeza de que algum recurso extra está para surgir e pagar a dívida. A razão para este cuidado é que o banco sempre avaliará o bem a um preço bem abaixo do de mercado, sem contar que ele não levará em conta o valor emocional. Uma jóia herdada dos avós, por exemplo, é avaliada por seu peso em metal precioso, não levando em conta nem o trabalho artístico.

Empréstimo com o banco: disponível a qualquer pessoa que tenha conta em banco, o empréstimo é a forma mais barata de se conseguir recursos sem comprometer amizades e bens de família. Basta procurar um gerente do banco e solicitar uma quantia, verificando o plano de pagamento. Porém os juros não são baixos, e por isso deve-se fazer uma boa pesquisa de taxas em diversos bancos antes de contrair o empréstimo. Não tenha a ilusão de que você conseguirá as melhores taxas no banco em que você tem conta por ter um bom relacionamento. Pesquise! O procedimento para se conseguir um empréstimo pessoal não é complicado, mas alguns bancos poderão restringir seu crédito se você estiver com o nome sujo na praça – em razão de um cheque devolvido, por exemplo.

Cheque especial: não é a forma mais barata, mas é a forma mais simples de se conseguir um empréstimo, pois não é preciso sequer contatar o gerente. Porém, deve ser terminantemente evitada, já que os juros praticados são muito mais altos que os do empréstimo pessoal – e todo cliente que tem um limite no cheque especial deverá ter no mínimo o mesmo limite para empréstimos pessoais. O limite do cheque especial só deve ser usado por um ou dois dias, quando acontece algum imprevisto (atraso no recebimento ou antecipação no depósito de cheques pré-datados, por exemplo).

Uso do crédito rotativo do cartão de crédito: é uma prática tão ruim quanto o uso do cheque especial, e por isso deve ser riscada de qualquer lista de alternativas. Na fatura do cartão, há um sugestivo valor mínimo a ser pago, possibilitando ao usuário do cartão o pagamento futuro do restante. Não caia nesta armadilha! Os juros são em geral iguais ou maiores que os do cheque especial, o que traria um desgaste e uma perda de dinheiro muito grandes nos meses seguintes. Pague sempre o valor total de seu cartão na data do vencimento; se não houver saldo na conta, contate seu gerente e peça um empréstimo pessoal.

Financeiras: emprestam dinheiro sem muita burocracia e a juros similares aos do cheque especial e do cartão de crédito. Em geral, atendem a clientes desesperados, que precisam de dinheiro urgentemente para quitar um penhor ou para não perder um bem importante que havia sido financiado. Como trabalham com os juros mais altos da economia, tendem a conduzir o devedor ao total descontrole da dívida, sujando seu nome nos sistemas de proteção ao crédito. Também devem ser evitadas como alternativa ao endividamento.

Agiota: é qualquer pessoa que dispõe de recursos financeiros e faz uso desses recursos para emprestar a terceiros. Quando pedimos emprestado a amigos e parentes, a agiotagem não se caracteriza porque há o vínculo do relacionamento. O agiota profissional é aquele que exerce de forma ilícita atividade similar à de um banco ou de uma financeira, porém sem fiscalização e sem pagar impostos. Cobra juros extorsivos e, em geral, exige como garantia de seus devedores a transferência de bens como automóveis e imóveis. Por não ser uma atividade regulamentada, não se preocupa em agir dentro dos limites da lei na hora de cobrar uma dívida, podendo se tornar um grande risco à estabilidade pessoal e familiar do devedor. Não apenas deve ser evitado como deve ser denunciado.

Substituição de dívidas
: ao precisar de dinheiro, uma alternativa interessante pode ser a venda de um bem para obtenção de recursos imediatos. Por exemplo, se você tiver uma dívida de R$ 15 mil e possuir na garagem um veículo já quitado com valor igual ou superior, pode vender seu automóvel e comprar um outro financiado. Esta prática não elimina a dívida, mas garante o pagamento de juros bem menores do que aqueles que você pagaria no empréstimo pessoal – hoje os juros de um financiamento de automóveis não chegam a passar muito dos 2% ao mês. Mas note que esta não deve ser uma prática a ser incentivada, uma vez que se está perdendo um bom valor em juros. Deve ser considerada apenas como uma alternativa ao empréstimo, quando este se faz essencial.

Empréstimo específico para casa própria, carro, cirurgia plástica e outros: a aquisição de empréstimos para bens e serviços cuja aquisição pode ser adiada é uma prática que deve ser evitada. Com juros altos, é muito melhor poupar para pagar à vista um pouco mais adiante do que desfrutar hoje e pagar muito mais caro no futuro, comprometendo boa parte de nossa renda com juros. Do ponto de vista financeiro, é muito mais barato e seguro alugar um imóvel enquanto se constrói uma poupança para adquirir um imóvel à vista no futuro (basta ter disciplina para fazer a poupança). Ao comprar um carro, é possível obter ótimos descontos pagando à vista. Quanto à cirurgia plástica, é muito mais saudável esperar um pouquinho e pagar à vista, pois é provável que as rugas que surgirão com a preocupação de uma dívida desnecessária exijam nova cirurgia em pouco tempo.
Estas informações serão bastante úteis na hora de escolher o tipo de empréstimo mais adequado a cada leitor. Porém, a dica mais importante é esta: procure quitar suas dívidas o quanto antes, para que você gaste menos dinheiro com juros. Se tiver várias dívidas, comece eliminando primeiro as mais caras, ou substituindo-as por mais baratas.

Fonte: www. maisdinheiro.com.br

Att.

Elizabete Pereira Gonçalves

quarta-feira, 13 de março de 2013

A importância do líder na motivação dos colaboradores







É indiscutível que uma equipe é reflexo da gestão de seu líder. E uma boa liderança, além de trazer os resultados, deve colaborar com o desenvolvimento e evolução de seus liderados. Com certeza, liderar não é uma tarefa fácil, pelo contrário, é um trabalho árduo, minucioso e que requer visão.

E uma das mais importantes funções do líder é motivar diariamente sua equipe. Um colaborador sem motivação pessoal ou profissional não tem comprometimento ou interesse com os objetivos traçados, gerencia seu tempo de forma inadequada e tudo isso resulta em uma baixa produtividade.

Portanto, o líder deve estar sempre preparado para motivar. Veja algumas dicas para motivar seu colaborador:

Mantenha bons relacionamentos: uma pesquisa realizada em 2011 e no ano passado revelou que ter um bom relacionamento interpessoal com colegas de trabalho e com superiores está no topo de itens que mais influenciam positivamente a motivação dos colaboradores.

Atenção individualizada: cada membro da equipe tem habilidades e talentos individuais. Do mesmo modo, possui suas próprias expectativas e desejos pessoais e profissionais. Sendo assim, todos devem ser tratados de forma individual pelo líder, e este deve buscar alinhar os anseios do colaborador com os objetivos da empresa.

Delegue: a atitude de transferir autoridade aos colaboradores faz com que sintam-se parte do projeto e fiquem mais engajados. Lembre-se que delegar não é transferir responsabilidade, na verdade é transferir autoridade a uma pessoa apta técnica e emocionalmente para a demanda.

Dê feedback: esta é uma maneira do líder reconhecer um trabalho bem feito, evidenciar as qualidades do liderado, como também um modo assertivo de corrigir falhas técnicas e de comportamento, através de sua instrução.Sempre que possível faça um elogio em público, e caso não seja, chame o colaborador para receber o feedback reservadamente.

O Coaching melhora a liderança e a capacidade de levar a equipe aos bons resultados. Um líder Coach sabe motivar diariamente, planejar as metas, delegar, acompanhar e conduzir tarefas; compartilha seus conhecimentos, desenvolve seus profissionais e mostrar o quão cada colaborador é importante para o alcance dos resultados.

Grande abraço e muita LUZ!!

Att. 

Elizabete Pereira Gonçalves
Coach Profissional  

(Fonte: Instituto Brasileiro de Coaching)

sexta-feira, 8 de março de 2013

Mulher: líder por natureza





Hoje - Dia Internacional da Mulher . E, não há como ficar indiferente a essa data, ainda mais, por tudo que ela representa. Anita Garibaldi, Joana d’Arc, Madre Teresa de Calcutá, Leila Diniz e Simone de Beauvoir são apenas alguns nomes que dão uma pequena noção da importância da mulher na sociedade.

Todas elas são tidas como ícones da história. Seja no campo das artes ou envolvidas em causas políticas e sociais. Lutando contra preconceitos e discriminações, elas provaram à sociedade de suas épocas que, assim como os homens, elas tinham sim capacidade para ir além da reclusão à vida doméstica a que eram impostas, e que mereciam ser reconhecidas e respeitadas como todo ser humano.

Seu segredo, uma habilidade em comum: a liderança. Todas possuíam a habilidade, aplicada de forma diferente, é verdade. Afinal, pertenciam a realidades distintas. Mas fica claro como a liderança parece ser um dom natural do sexo feminino.

Por exemplo, em nossas relações interpessoais, é evidente o peso que a opinião da mulher exerce na tomada de decisões importantes.
Um estudo divulgado pelo Journal of Applied Psychology aponta que cada vez mais, as mulheres ocupam altos cargos no mercado de trabalho. De acordo com a pesquisa, realizada pela Universidade de Duke (EUA), as que ocupam cargos executivos são vistas como melhores líderes do que os homens.
A pesquisa também concluiu que as mulheres são mais eficientes para assumir cargos de liderança. Além disso, elas também sabem conduzir melhor os relacionamentos profissionais do que os homens.
Os dados mostram que a conquista da mulher por seu espaço no mercado de trabalho deve ser enaltecida. Por méritos próprios, elas desfilam sua competência, charme e liderança no meio corporativo.

Grande abraço e parabéns a todas as mulheres pelas suas inúmeras conquistas!

Att.
Elizabete Pereira Gonçalves

(Texto: IBC)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A reinvenção de Ben Affleck

O Oscar é o prêmio de cinema mais conhecido do mundo. Ele acontece desde 1929 e ontem foi realizada a 85ª edição, que premiou em diversas categorias os filmes exibidos em 2012. O vencedor de melhor filme foi “Argo”, do diretor, ator e produtor Benjamin Geza Affleck-Boldt,ou como é mais conhecido, Ben Affleck.

A história de Ben Affleck é marcada pelos altos e baixos e, acima de tudo, superação. Em 1998, os então desconhecidos Ben Affleck e Matt Damon (ator principal da franquia Bourne) teriam suas vidas mudadas para sempre, ao ganharem o Oscar de melhor roteiro com o filme “Gênio Indomável”.

A partir dali, novas oportunidades se abriram para os dois jovens talentos, mas enquanto Matt Damon conseguia construir uma carreira significativa em Hollywood, Ben Affleck participava de sucessivos projetos ruins. De jovem promissor se tornou um “galã raso”.

Affleck estava colecionando fracassos e passou a ter seu nome frequentemente envolvido em fofocas. Em seu namoro com a atriz e cantora Jennifer Lopez, sua vida foi largamente exposta em diversos meios de comunicação. E foi, justamente, com J. Lo que Affleck fez um dos seus piores trabalhos no cinema: Contato de Risco (2003). Somado aos seus outros filmes do ano, pelo conjunto da obra, ele ganhou o troféuFramboesa de Ouro – paródia ao Oscar que “premia” os piores filmes do ano – na categoria de pior ator.

Ben Aflleck tinha ido do céu ao inferno: depois de ter ganhado um Oscar, participou de filmes inexpressivos e alimentou uma superexposição de sua vida pessoal. Suas opções eram continuar em sua carreira de fracassos como ator ou se reinventar. Ele escolheu a segunda.

A volta por cima
E em 2007, dirigiu o seu primeiro filme, chamado “Medo de verdade”. O filme lhe rendeu o prêmio de melhor diretor estreante pela respeitada National Board of Review of Motion Pictures ( Associação norte-americana de críticos de cinema). Em 2010, dirigiu “Atração Perigosa”. E em 2012, dirigiu o seu terceiro filme, o premiado “Argo”.

Com “Argo”, Ben Affleck ganhou o Globo de Ouro de melhor filme de drama e melhor diretor; também ganhou os prêmios de melhor filme e melhor diretor no Bafta (o Oscar Britânico) – e neste domingo veio sua consagração máxima, o Oscar de melhor filme.

Com certeza, a história de Benjamin Affleck até aqui é bem admirável. Atualmente, casado e pai de três filhos, ele teve que se reinventar. Fazer com que as pessoas o levassem a sério novamente. Ele teve que reconstruir sua imagem e fez isso mostrando bons resultados.

Todos aqueles que o criticavam e não acreditavam que ele poderia reverter a situação em que estava, hoje conferem as manchetes de sua consagração e o reconhecimento de “Argo”, como o melhor filme do ano de 2012.

Mas como ele conseguiu isso? Além da perseverança e do desejo de se reinventar, em entrevista, ele já admitiu que sua família foi muito importante para o atual sucesso. Curiosamente, a sua reinvenção como diretor se deu pouco tempo depois de se casar e ter sua primeira filha.

É bom ver histórias como essa que nos inspiram. No caso de Affleck podemos observar que a família, o amadurecimento, o desejo de reconstruir sua carreira foram fundamentais para ele se reencontrar com seu sucesso profissional.

E no dia 24/02, ao receber a estatueta do Oscar, na categoria de melhor filme, Ben Affleck deixou uma importante lição em seu discurso: “Não importa o quanto você seja derrubado na vida, porque acontece. Só importa que você se levante.”

Grande Abraço

Elizabete Pereira Gonçalves
Coach Profissional

Fonte: IBC- Instituto Brasileiro de Coaching


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Lionel Messi, um exemplo de profissional

 
Lionel Andrés Messi, argentino, canhoto, 1,69m e, apesar de ter apenas 25 anos, já foi considerado o melhor do mundo em sua profissão quatro vezes consecutivas. A última foi essa semana: fruto de seus resultados em 2012.
Para quem não sabe, Messi é jogador de futebol. Em 2012, quebrou vários recordes, um deles foi o de maior quantidade de gols em uma temporada. Mas não é sobre estatísticas futebolísticas que iremos discorrer aqui.

Em um exercício de observação e reflexão, o que podemos aprender com o melhor jogador do mundo que possa nos ajudar a atingir a excelência em nossa profissão e vida pessoal?

Vejamos alguns pontos:

- Humildade: uma das principais características do jogador, além do talento com a bola, é claro. Em entrevistas com seus companheiros de equipe e com pessoas que convivem com ele, frequentemente destacam isso no jogador. Para ser o melhor, é fundamental ter humildade. Com a humildade, sempre estaremos dispostos a aprender mais e a ouvir nossos colegas de trabalho.

- Disciplina e foco: um atleta deve ter bastante cuidado para manter sua alimentação e condicionamento físico. O seu corpo é a sua ferramenta de trabalho. Diferentemente de vários outros jogadores, não se ouve que Messi estava em baladas ou faltou treinamentos. Ou seja, ele é disciplinado e focado em estar 100% para o seu trabalho. Uma lição importante para nós. Se quisermos alcançar a excelência, devemos dar o máximo que podemos.

- Superação e família: quando criança, Messi tinha um problema de desenvolvimento ósseo que lhe rendeu um prognóstico de que teria 1,50m de altura quando chegasse à fase adulta. Graças ao apoio familiar e sua habilidade, ele conseguiu que seu atual clube financiasse o seu tratamento. Segundo o Leonardo Faccio, que escreveu uma biografia sobre o jogador, quando Messi começou a sua carreira, ele não apenas lutava para ser um jogador de futebol, mas pela sua própria saúde.

É preciso dar atenção àqueles que nos cercam. A nossa família é a base para que possamos crescer de forma segura, tanto profissionalmente como pessoalmente. E família não é definida apenas por parentescos, mas sim pela cumplicidade, apoio, sinceridade e amor daqueles que nos cercam. Existem várias pessoas que se tornam a sua família ao decorrer de sua vida. Valorize-as sempre que puder!

Quando perguntaram como Lionel Messi comemoraria mais essa conquista, ele respondeu: “Como sempre, com a família.”

Fonte: www.ibccoaching.com.br

Abraço

Elizabete Pereira Gonçalves
Coach Profissional

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Estratégias são importantes para atingir nossos alvos



 
 


Já estamos no começo de um novo ciclo e você já deve ter feito as suas resoluções para este ano. 

Se por acaso ainda não fez, aproveite e faça agora. 

Definir objetivos para sua carreira ou vida pessoal é muito importante para o seu crescimento e desenvolvimento.


Como já escrevemos aqui, definir metas nos orientam onde devemos ir, ou seja, as resoluções para nós são como os trilhos para um trem.


Mas com certeza a grande dificuldade não está em definir metas, mas em cumprí-las.

Uma pesquisa realizada pelo psicólogo Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido), revelou algumas estratégias que te ajudam a ter maior êxito para cumprir suas resoluções.


Vejamos:

Divida seu objetivo em partes: fragmentar um objetivo final aumenta a sua chance de sucesso. Portanto, defina etapas para suas metas.


- Recompensar: a cada etapa cumprida recompense a si mesmo. Ou seja, defina um plano dividido em várias fases, ao superar cada fase estabelecida, dê a si mesmo um prêmio.


Outras estratégias: para aumentar a suas chances de atingir seus alvos, compartilhe seus objetivos com seus amigos, foque nas boas mudanças que os resultados trouxeram e escreva sobre o progresso das conquistas em um diário.


Lembre-se, é comum encontrarmos barreiras em nosso caminho, portanto, não desanime

Grandes vitórias vêm de grandes batalhas.
Como afirmou o filósofo grego Epicuro: "Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e tempestades.”

Grande abraço e muita Luz!!


Elizabete Gonçalves
Coach Profissional
38 8828 6691
coachelizabete@gmail.com